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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Nota do Consórcio Villegagnon referente à short list do Projeto Corveta Classe Tamandaré da Marinha do Brasil

O CONSÓRCIO VILLEGAGNON (Naval Group, Construtora Norberto Odebrecht, Odebrecht Serviços de Engenharia, Estaleiro Enseada Indústria Naval e Mectron) recebeu com honra e satisfação sua inclusão, pela Marinha do Brasil (MB), na short list para o Projeto Corveta Classe Tamandaré (CCT). 


Poder Naval

Na oportunidade, o Consórcio reafirma o compromisso de apresentar, na próxima fase do processo, uma proposta final que, além de atender às exigências da MB, alcance o objetivo de dotar a esquadra brasileira de novos meios navais com equipamentos e sistemas de última tecnologia, dentro de um prazo bastante curto. Além disso, a proposta do Consórcio capacitará a MB para a construção de navios de guerra de alta tecnologia, bem como para o desenvolvimento de sistemas de combate de última geração.

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Corveta Gowind do Naval Group


A inclusão na short list amplia a cooperação entre o Naval Group e a MB, já existente no Programa de Desenvolvimento de Submarinos (PROSUB), que lançará ao mar, no próximo mês de dezembro, o Submarino Riachuelo, primeiro da classe S-BR. A transferência de tecnologia e o envolvimento significativo da indústria brasileira – marcas notáveis do PROSUB – terão destaque na proposta final do Consórcio Villegagnon.

O navio proposto à Marinha pelo Consórcio é uma corveta Gowind classe 3000, com 3.200 toneladas de deslocamento, o que lhe confere plena capacidade oceânica. Trata-se de um navio “sea proven” (testado no mar), com uma unidade já em operação há um ano, no Egito. Uma segunda unidade, construída em um estaleiro civil local, mediante transferência de tecnologia do Naval Group, já foi lançada ao mar, em setembro último, havendo outras duas corvetas em construção nesse mesmo estaleiro. Da mesma forma, na Malásia, foi construída e lançada ao mar a primeira unidade da classe, de uma série de seis, também mediante transferência de tecnologia para uma empresa local, a Boustead Naval Shipyard (BNS).

No momento em que se prepara para apresentar sua proposta final, conforme as regras do processo de escolha da Marinha, o Consórcio Villegagnon reitera seu compromisso de oferecer a melhor tecnologia com o menor custo possível, aí considerados os aspectos orçamentários de manutenção e de ciclo de vida, de modo a assegurar que sua proposta constitua uma escolha vantajosa para o Programa CCT, um programa da mais alta importância estratégica para a Marinha e o Brasil.

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