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Capacetes brancos preparam novas provocações na Síria, diz enviado russo na ONU

Membros dos Capacetes Brancos estão preparando novas provocações com substâncias tóxicas na Síria, disse o vice-embaixador russo na ONU, Vladimir Safronkov, nesta quarta-feira (24) na reunião do Conselho de Segurança da ONU.
Sputnik

Safronkov observou que os Capacetes Brancos acusariam o governo sírio pelo uso de tais substâncias.

Mais cedo nesta quarta-feira (24), o Major General Viktor Kupchishin, chefe do Centro Russo para a Reconciliação Síria, argumentou que funcionários da mídia estrangeira na província síria de Hama conduziram uma filmagem falsa da "morte" de uma família supostamente devido ao uso de armas químicas pelas tropas sírias.

Em diversas ocasiões, Moscou e Damasco apontaram que os Capacetes Brancos estavam produzindo provocações envolvendo o uso de armas químicas com o objetivo de culpar o governo da Síria e dar aos países ocidentais justificativas para a intervenção no país.
A estratégia de encenar ataques para usá-los como falsa bandeira tem sido usada repetida…

O BNDES e a indústria da defesa

O Brasil deve priorizar o desenvolvimento da sua indústria militar.A indústria da defesa representa 3,7% do PIB do País, gerando 60 mil empregos diretos, tendo um faturamento anual de R$ 202 bilhões e uma das médias salariais das mais altas da atividade industrial. É dos setores industriais, talvez, o que mais investe em tecnologia.


Armando Brasil | DefesaNet

O BNDES como principal agência de fomento do Governo Federal tem um papel central neste processo de desenvolvimento. Em estudo realizado sobre o tema intitulado “Panorama sobre a Indústria de Defesa e Segurança no Brasil”, um grupo de técnicos daquela instituição fez um amplo e preciso diagnóstico dessa indústria no Brasil e no mundo, que está disponibilizado para acesso na Internet e que foi pelos autores, assim sintetizado:


Reprodução

“Com o crescimento econômico e o ganho da importância do Brasil na esfera internacional, o tema defesa ressurge nas discussões por sua relevância estratégica. A eliminação do hiato formado pelo baixo investimento em defesa nas últimas décadas, proporcionalmente inferior ao dos outros países, cria uma oportunidade de crescimento para a indústria. Um novo marco regulatório traz condições de preferência para empresas brasileiras, ao mesmo tempo em que o orçamento se mostra crescente. O presente artigo traz um panorama da indústria de defesa e segurança no Brasil e das transformações pelas quais vem passando em razão das recentes políticas públicas para a defesa e as possibilidades de atuação do BNDES”.

Além do financiamento à implantação e à expansão de um parque fabril destinado à indústria bélica, o BNDES deverá manter uma linha de crédito para os clientes internacionais, bem como propor que o Brasil ofereça instrumentos de seguro, aos fabricantes nacionais. Deve, ademais, propor a criação de um grupo especial, dentro da Câmara do Comércio Exterior, para focar, exclusivamente, o setor da defesa.

Em paralelo, tem-se de buscar a criação de incentivos governamentais, para o setor da Defesa, aumentando a competitividade dos fabricantes brasileiros e elevando a sua participação no mercado internacional. É importante lembrar que a criação de uma política de Estado também se faz necessária, porque a venda de produtos militares não se dá entre empresas e consumidores, mas entre países. Uma nova política de incentivos para o setor deve ser, portanto, desenhada pelo governo federal, com o apoio do BNDES.

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