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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
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Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Oficiais militares britânicos 'ameaçam' Rússia com seu novo porta-aviões

O novo porta-aviões britânico HMS Queen Elizabeth fez sua primeira viagem rumo aos EUA. Ao mesmo tempo, o exército do Reino Unido está testando decolagens e aterrissagens dos novos caças F-35B a bordo da embarcação.


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Alguns militares de alto escalão que se encontram a bordo do navio comentaram as capacidades do HMS Queen Elizabeth e contaram como o maior porta-aviões da Marinha Real Britânica ajudará a neutralizar a "ameaça russa".

Porta-aviões da Marinha Real Britânica HMS Queen Elizabeth
Porta-aviões britânico HMS Queen Elizabeth © REUTERS / Peter Nicholls

Em entrevista ao jornal The Sun, o oficial britânico, Nathan Gray, disse que qualquer um que queira enfrentar o novo navio britânico "deve estar muito, muito preocupado e pensar duas vezes".

Ao mesmo tempo, outro alto oficial a bordo do porta-aviões, Jerry Kyd, afirmou que a Rússia é uma ameaça para o Ocidente.

"O que vemos é uma Rússia renascente que voltou a ser uma ameaça aos Estados ocidentais e ao sistema baseado em regras e isso deve ser levado a sério", afirmou.

Segundo o oficial militar, os porta-aviões permitem que os britânicos "defendam o seu povo em casa" e cumpram as suas obrigações perante tais organizações como a OTAN.

Em resposta à pergunta do jornalista sobre quem ganharia em uma batalha russo-britânica, o contra-almirante Keith Blount expressou confiança na vitória britânica.

No entanto, os especialistas não concordam com o contra-almirante. Analistas apontam que a atual frota militar britânica não poderia conter a Rússia, visto que em serviço da Marinha Real estão só quatro submarinos estratégicos que já hoje devem ser substituídos por modelos mais modernos, mas o governo não alocou orçamento. O HMS Queen Elizabeth é o único porta-aviões britânico. Foi lançado recentemente, deu vazamento de água e teve que retornar ao porto para uma manutenção imprevista.

Enquanto isso, a Rússia afirmou repetidamente que todas as armas desenvolvidas pelo país desempenham tarefas defensivas, visto que a doutrina militar russa prevê só ações de defesa.

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