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Defesa do Brasil tem maior gasto com pessoal na década, e investimento militar cai

Despesas com ativos e inativos crescem R$ 7,1 bi em 2019, reflexo de aumento salarial
Por Igor Gielow e Gustavo Patu | Folha de S.Paulo

A previsão de gasto militar para o primeiro ano de governo do capitão reformado do Exército Jair Bolsonaro (PSL) traz o maior aumento de despesa com pessoal em dez anos e uma redução expressiva do investimento em programas de reequipamento das Forças Armadas.
Não fosse uma criatividade contábil dos militares, que conseguiram recursos com a capitalização de uma estatal para comprar novos navios, a despesa de investimento seria a menor desde 2009.

A Folha analisou a série histórica com a ferramenta de acompanhamento orçamentário Siga Brasil, do Senado. Para este ano, o Ministério da Defesa, ainda na gestão Michel Temer (MDB), planejou gastar R$ 104,2 bilhões, o quarto maior volume da Esplanada.

Desse montante, R$ 81,1 bilhões irão para pessoal, R$ 13,3 bilhões, para gastos correntes (custeio) e R$ 9,8 bilhões, para investimentos. Os valores não incluem o con…

Oficiais militares britânicos 'ameaçam' Rússia com seu novo porta-aviões

O novo porta-aviões britânico HMS Queen Elizabeth fez sua primeira viagem rumo aos EUA. Ao mesmo tempo, o exército do Reino Unido está testando decolagens e aterrissagens dos novos caças F-35B a bordo da embarcação.


Sputnik

Alguns militares de alto escalão que se encontram a bordo do navio comentaram as capacidades do HMS Queen Elizabeth e contaram como o maior porta-aviões da Marinha Real Britânica ajudará a neutralizar a "ameaça russa".

Porta-aviões da Marinha Real Britânica HMS Queen Elizabeth
Porta-aviões britânico HMS Queen Elizabeth © REUTERS / Peter Nicholls

Em entrevista ao jornal The Sun, o oficial britânico, Nathan Gray, disse que qualquer um que queira enfrentar o novo navio britânico "deve estar muito, muito preocupado e pensar duas vezes".

Ao mesmo tempo, outro alto oficial a bordo do porta-aviões, Jerry Kyd, afirmou que a Rússia é uma ameaça para o Ocidente.

"O que vemos é uma Rússia renascente que voltou a ser uma ameaça aos Estados ocidentais e ao sistema baseado em regras e isso deve ser levado a sério", afirmou.

Segundo o oficial militar, os porta-aviões permitem que os britânicos "defendam o seu povo em casa" e cumpram as suas obrigações perante tais organizações como a OTAN.

Em resposta à pergunta do jornalista sobre quem ganharia em uma batalha russo-britânica, o contra-almirante Keith Blount expressou confiança na vitória britânica.

No entanto, os especialistas não concordam com o contra-almirante. Analistas apontam que a atual frota militar britânica não poderia conter a Rússia, visto que em serviço da Marinha Real estão só quatro submarinos estratégicos que já hoje devem ser substituídos por modelos mais modernos, mas o governo não alocou orçamento. O HMS Queen Elizabeth é o único porta-aviões britânico. Foi lançado recentemente, deu vazamento de água e teve que retornar ao porto para uma manutenção imprevista.

Enquanto isso, a Rússia afirmou repetidamente que todas as armas desenvolvidas pelo país desempenham tarefas defensivas, visto que a doutrina militar russa prevê só ações de defesa.

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