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Irã ameaça romper limite de reservas de urânio; entenda o que país pode fazer se sair de acordo nuclear

Sem regulação, país pode adotar equipamentos mais modernos e rápidos e ampliar volume de enriquecimento de material que pode ser usado em armas nucleares. Acordo foi firmado em 2015 entre Irã e mais seis países, mas Trump retirou EUA em maio de 2018.
Associated Press

O Irã anunciou que irá exceder o limite de reservas de urânio determinado pelo acordo nuclear de 2015, ampliando as tensões no Oriente Médio.

O prazo de 27 de junho dado por Teerã vem antes de outra data limite, 7 de julho, para que a Europa apresente melhores termos para que o país permaneça no acordo. Se essa segunda data passar sem nenhuma ação, o presidente iraniano Hassan Rouhani diz que a república islâmica irá provavelmente retomar o alto enriquecimento de urânio.

Veja a seguir em que situação está o programa nuclear do Irã atualmente:

O acordo nuclear

O Irã fechou um acordo nuclear em 2015 com Estados Unidos, França, Alemanha, Reino Unido, Rússia e China. O acordo, formalmente conhecido como Plano de Ação Conjunto Abran…

Oportunidade: duas fragatas ‘La Fayette’ serão disponibilizadas pelos franceses

A delegação da Marinha do Brasil que, esta semana, assistiu a mostra Euronaval, na França, foi informada de que a Marine Nationale decidiu não modernizar duas das suas cinco fragatas multipropósito tipo La Fayette, de 3.600 toneladas (a plena carga), construídas na década de 1990.


Roberto Lopes | Poder Naval

Em consequência disso, ambos os navios – La Fayette F710 (na ativa desde março de 1996) e Surcouf F711 (comissionada em fevereiro de 1997) – serão disponibilizados para “nações amigas” no início da próxima década.


A fragata furtiva Lafayette (FLF)
A fragata furtiva Lafayette

Os mesmos oficiais da MB confirmaram que as fragatas Tipo 23 britânicas, de 4.900 toneladas (carregadas), começam a ser descomissionadas em 2023, e que as fragatas canadenses classe Halifax, de 4.770 toneladas – que também interessam à Força Naval brasileira –, serão desativadas a partir de 2026.

O Poder Naval não conseguiu saber (ainda) se, em função da propalada “parceria estratégica” entre as Marinhas do Brasil e da França, a MB tem alguma chance de ficar com os dois navios La Fayette. Mas é provável que os oficiais brasileiros já tenham feito chegar o seu interesse pelos navios às autoridades navais francesas (que, aliás, estão, há tempos, bem informadas acerca do estado de obsolescência da atual frota de escoltas do Brasil).

Ainda no ano passado, o Comandante da MB, almirante de esquadra Eduardo Leal Ferreira, recebeu um relatório (assinado por um Engenheiro Naval de sua particular confiança), informando que, mesmo submetidas a uma revitalização, as três fragatas Classe Niterói em melhor estado operacional (Defensora, Independência e Liberal) não poderão continuar navegando depois de 2027 – e que os três navios dessa série que hoje apresentam maiores problemas, precisarão ser desativados por volta de 2022.

Camuflagem acústica 

Por seu design furtivo, baixa assinatura-radar (em função do uso de materiais que absorvem ondas de radar), e sistema de camuflagem acústica para enganar os sonares inimigos, os navios classe “La Fayette” constituíram, 25 anos atrás, uma verdadeira revolução na Força de Superfície da Esquadra francesa.

A modernização das unidades Courbet, Aconit e Guépratte foi anunciada em maio de 2015 e aprovada pelo governo Emmanuel Macron dois anos mais tarde.

O primeiro barco deve ficar pronto em 2021. Ele receberá reforços estruturais, ampla modernização nos controles da propulsão e novos armamentos.

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