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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Oposição síria aceitará presença militar russa, se esta servir aos interesses do povo

A oposição síria considera possível a presença militar de forças estrangeiras em seu país, desde que não prejudique os interesses do povo, disse à Sputnik o chefe da Comissão de Negociações da Síria, Naser Hariri.


Sputnik

Hariri chegou a Moscou para se reunir nesta sexta-feira com o ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov.


Ajuda humanitária da Rússia para a Síria
Ação humanitária da Rússia para a Síria © Sputnik / Mihail Voskresensky

"As forças estrangeiras que desembarcaram recentemente não deveriam estar na Síria, mas respeitaremos todos os documentos e pactos internacionais relativos aos países ligados à Síria e que não prejudiquem o povo sírio", disse Hariri ao responder uma pergunta sobre a presença militar russa em seu país.

Ele ressaltou que a oposição síria não vê nenhum problema nos acordos com a Rússia, desde que atendam aos interesses do povo sírio.

As tropas russas atuam no território do país árabe no âmbito de um acordo bilateral com a Damasco. A Rússia administra a base aérea de Hmeymim, na província de Latakia e o porto de Tartus, para onde pode enviar reforços, se considerar necessário.

Por outro lado, a coalizão internacional liderada pelos EUA, realiza ataques aéreos contra terroristas na Síria desde 2014, sem o consentimento das autoridades do país árabe.

Os EUA possuem uma base militar no sul da cidade de Al Tanaf onde treina "forças aliadas" da oposição armada para "combater o terrorismo".

Rússia, Irã e Turquia também já se manifestaram diversas vezes contra a presença militar dos Estados Unidos na Síria.

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