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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
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Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

OTAN se recusa a ter laços militares normais com a Rússia

Moscou está aberta a um diálogo sério com a OTAN sobre questões urgentes, mas a aliança não está pronta para restaurar os contatos militares com a Rússia, afirmou nesta sexta-feira (12) o vice-ministro das Relações Exteriores, Alexander Grushko.


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"Estamos prontos para um diálogo sobre questões [urgentes], um diálogo sério. Além disso, formulamos propostas concretas que, se implementadas, poderiam aprimorar o ambiente militar na Europa. Infelizmente, a OTAN se recusa, não apenas a ter uma discussão específica sobre nossas atividades e ideias, mas também a restaurar contatos militares normais de trabalho", disse Grushko a repórteres.

A bandeira da OTAN é vista através de arame farpado tremulando em frente à nova sede da aliança em Bruxelas, na Bélgica.
© REUTERS / Christian Hartmann

O diplomata ainda enfatizou que a Rússia nunca se afastou de um diálogo franco e aberto sobre questões urgentes.

"[Moscou] acredita que as reuniões do Conselho OTAN-Rússia [NRC, na sigla em inglês] devem nos aproximar para resolver as questões nas quais ambos os lados têm interesse, em particular, medidas para prevenir incidentes perigosos, medidas para a diminuição de conflitos e a prevenção de má interpretação de intenções um do outro", apontou Grushko.

A OTAN suspendeu toda a cooperação prática civil e militar com a Rússia em resposta à suposta interferência de Moscou no conflito da Ucrânia. No entanto, decidiu manter canais de comunicação abertos no NRC — a plataforma estabelecida em 2002 para promover laços bilaterais — a nível dos embaixadores.

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