Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Pentágono: China é risco significativo e crescente para setor de defesa dos EUA

Um extenso relatório preparado pelo Pentágono e publicado na sexta-feira (5) afirma que a China representa uma ameaça crescente ao fornecimento de materiais e componentes essenciais para o Exército norte-americano.


Sputnik

O informe com quase 150 páginas, feito por ordem do presidente dos EUA, Donald Trump, detectou cerca de 300 "vulnerabilidades" que poderiam afetar o setor de defesa do país americano.


Uma das importantes descobertas, destacadas pelo texto, é que a China representa "um risco significativo e crescente" para o fornecimento de materiais e tecnologias "considerados estratégicos e fundamentais para a segurança nacional" dos Estados Unidos. Além disso, os riscos enfrentados pela base industrial de fabricação e defesa dos Estados Unidos aumentam ainda mais por causa do "domínio do mercado" por Pequim e sua disposição "de usar o comércio como uma arma de poder brando". Desse modo, os americanos tornam-se dependentes de "um concorrente estratégico para bens, serviços e produtos indispensáveis", detalha o relatório.

A grande preocupação americana é o domínio da China na oferta global de recursos minerais fundamentais para os programas militares de Washington, além do fornecimento de produtos eletrônicos e químicos que são usados nas munições dos EUA.

Para que o problema seja resolvido, o documento lista uma série de recomendações para fortalecer a indústria americana, sugerindo "diversificar a dependência total de fontes de suprimento em relação a países politicamente instáveis que podem cortar o acesso aos Estados Unidos".

O documento surgiu em meio à escalada de tensões sino-americanas em diversas áreas. No setor político, Trump e seu vice-presidente, Mike Pence, acusaram Pequim de interferir nos assuntos internos e no processo eleitoral dos EUA.

Recentemente têm acontecido uma série de incidentes nos mares da China, tal como operações de trânsito de bombardeiros norte-americanos B-52 ou a aproximação hostil entre destróieres de ambos os países.

Tais incidentes acontecem em meio à batalha comercial entre os dois países e às recentes sanções dos EUA contra o complexo militar industrial chinês, além do apoio militar de Washington a Taiwan, considerado por Pequim como parte integrante da China.

Comentários

Postagens mais visitadas