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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Pentágono suspende operações de todos caças F-35 após acidente

O Pentágono suspendeu temporariamente as operações do F-35 após seu primeiro acidente.


Sputnik

As operações foram suspensas para realizar inspeções nos sistemas de combustível da aeronave, já que há a suspeita de que o problema tenha ocorrido justamente nos tanques instalados. Com esta suspensão, os tanques serão removidos e substituídos, segundo o portal Military Times.


Caça F-35 sendo reabastecido na Base Aérea de Eglin, na Flórida
Lockheed Martin F-35 Lightning II | Samuel King Jr./ for U.S. Air Force

"Está previsto que a verificação dos sistemas seja concluída dentro de 24 ou 48 horas", afirma o Pentágono.

A decisão foi tomada após o acidente que envolveu um F-35B do Corpo de Fuzileiros dos EUA no dia 28 de setembro nas proximidades de Beaufort, na Carolina do Sul. Foi ressaltado que o piloto se ejetou em segurança.

Mais de 320 caças F-35 estão operando em aproximadamente 15 bases em todo o mundo. Além disso, o caça já se tornou no mais caro da história da produção de armamentos militares.

Para um caça com tanta tecnologia e de elevado custo, ele vem ganhando fama perante a mídia devido aos seus problemas técnicos e missões inúteis, as quais servem apenas para gastar dinheiro dos contribuintes, além de ser um projeto vulnerável a ataques, precisando de apoio para enfrentar o inimigo, conforme opinião da mídia.

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