Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Poroshenko abriria fogo em Donbass só com 'aceno' de Washington, diz analista

É pouco provável que haja um agravamento da situação em Donbass depois da diretiva do presidente ucraniano, Pyotr Poroshenko, de abrir fogo, pois para isso é necessário um "aceno" por parte de Washington, acredita um especialista consultado pela Sputnik.


Sputnik

Mais cedo, o líder do país assistiu às manobras militares Chistoe Nebo (Céu Limpo, em russo) na região de Khmelnitsky e ordenou às forças de segurança para abrirem fogo caso isso seja necessário para "salvar vidas humanas", acrescentando que era preciso "proteger cada militar ucraniano".


Presidente ucraniano Pyotr Poroshenko (foto de arquivo)
Pyotr Poroshenko © AFP 2018 / PATRIK STOLLARZ

"É uma retórica pré-eleitoral por parte dele. Não haverá agravamento nenhum sem um aceno dos patronos de Washington, enquanto eles, como já repararam, não estão dispostos a isso. Não haverá nenhuma ofensiva real. Incidentes, talvez", disse Sergei Panteleev, diretor do Instituto do Estrangeiro Russo durante uma discussão sobre o tema.

Na opinião do especialista, as forças de segurança ucranianas, exceto os "batalhões punitivos", não estão muito ansiosas por atacar.

Enquanto isso, Poroshenko tenta aumentar sua popularidade através de declarações de caráter bélico, explicou.

Em abril de 2014, as autoridades ucranianas começaram uma operação militar contra as repúblicas autoproclamadas de Lugansk e Donetsk, que tinham proclamado a independência após o golpe de Estado que abalou a Ucrânia em fevereiro de 2014. Segundo os dados da ONU mais recentes, o conflito já levou mais de 10 mil vidas.

Comentários

Postagens mais visitadas