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EUA podem dobrar contingente militar na América do Sul, diz chefe da inteligência russa

Os EUA podem aumentar seu contingente militar na América Central e do Sul de 20 mil para 40 mil homens, disse o vice-almirante Igor Kostyukov, chefe do Departamento Central de Inteligência (GRU, sigla em russo), do Estado-Maior das Forças Armadas da Rússia.
Sputnik

"Embora na América Latina não haja ameaça militar direta para a segurança dos EUA, Washington tem uma presença militar significativa [na região]. O Comando Conjunto das Forças Armadas dos EUA implantou na América Central e do Sul um contingente de 20 mil militares. No período de ameaças este pode aumentar para 40 mil militares", explicou Kostyukov.


De acordo com ele, os EUA podem provocar uma "revolução colorida" na Nicarágua e Cuba.

"As tecnologias de 'revolução colorida' testadas na Venezuela podem vir a ser usadas em breve na Nicarágua e em Cuba", disse ele.

Segundo Kostyukov, os EUA estão tentando estabelecer o controle total sobre a América Latina.

"A Administração dos EUA considera…

Reveladas IMAGENS do incidente entre destróier dos EUA e navio de guerra chinês

No portal náutico GCaptain foram publicadas imagens do incidente entre o destróier USS Decatur e o navio de guerra chinês Luyang que teve lugar no mar do Sul da China em 30 de setembro.


Sputnik

As imagens, a que o portal GCaptain teve acesso através da Marinha norte-americana, mostram o Luyang se aproximando perigosamente do USS Decatur até ficar a 41 metros de distância.

Destróier USS Decatur e navio de guerra chinês Luyang no mar do Sul da China, em 30 de setembro de 2018
USS Decatur e navio chinês Luyang no Mar do Sul da China © Foto : U.S. Navy

O navio chinês é a embarcação da esquerda na imagem e no lado direito está o destroier norte-americano.

A Marinha dos EUA confirmou que o incidente tinha acontecido nas águas disputadas pelo gigante asiático no mar do Sul da China. Os norte-americanos acusaram a China de efetuar "uma manobra nada profissional e arriscada" e de ter estado perto de colidir com o USS Decatur, que naquele momento se encontrava na área dos recifes de Gaven nas ilhas Spratly.

A China denuncia que o USS Decatur entrou nas águas chinesas sem permissão e que, portanto, a manobra do Luyang, que pretendia obrigar o destróier dos EUA a abandonar as águas, era justificada.

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