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Capacetes brancos preparam novas provocações na Síria, diz enviado russo na ONU

Membros dos Capacetes Brancos estão preparando novas provocações com substâncias tóxicas na Síria, disse o vice-embaixador russo na ONU, Vladimir Safronkov, nesta quarta-feira (24) na reunião do Conselho de Segurança da ONU.
Sputnik

Safronkov observou que os Capacetes Brancos acusariam o governo sírio pelo uso de tais substâncias.

Mais cedo nesta quarta-feira (24), o Major General Viktor Kupchishin, chefe do Centro Russo para a Reconciliação Síria, argumentou que funcionários da mídia estrangeira na província síria de Hama conduziram uma filmagem falsa da "morte" de uma família supostamente devido ao uso de armas químicas pelas tropas sírias.

Em diversas ocasiões, Moscou e Damasco apontaram que os Capacetes Brancos estavam produzindo provocações envolvendo o uso de armas químicas com o objetivo de culpar o governo da Síria e dar aos países ocidentais justificativas para a intervenção no país.
A estratégia de encenar ataques para usá-los como falsa bandeira tem sido usada repetida…

Rússia é colocada em condições difíceis? Analista comenta implantação de sistema Samarkand

O Ministério da Defesa da Rússia vai implantar sistemas de guerra eletrônica Samarkand em 13 unidades militares, segundo divulgou a entidade recentemente.


Sputnik

A implantação dos sistemas será realizada em posições estratégicas, incluindo a região europeia de Kaliningrado, devendo estes ser adotados em serviço até novembro de 2019.



       РФ развернула в Калининграде новые комплексы радиоэлектронной борьбы
Sistemas de guerra eletrônica Samarkand | Reprodução

O analista militar Aleksandr Zhilin comentou essa mediada em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik.

"Isso se deve ao fato de que nossos parceiros colocam a Rússia em condições bastante difíceis, considerando, em perspectiva, a retirada dos Estados Unidos do Tratado de Forças Nucleares de Alcance Intermediário, assim como a aproximação máxima dos sistemas de ataque dos EUA implantados na Europa Oriental às nossas fronteiras", salientou Zhilin.

Ele acrescentou que "não podemos trabalhar da mesma maneira como os norte-americanos, que no planejamento não levam em consideração a segurança e as perspectivas dos civis".

"Estamos posicionando os sistemas de guerra eletrônica para dificultar as ações do inimigo e até o último momento tentar evitar a fase de guerra sem colocar as pessoas em risco letal, inclusive nos países da Europa Oriental, sob cuja cobertura os norte-americanos implantam seus sistemas de ataque", concluiu o analista.

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