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Defesa do Brasil tem maior gasto com pessoal na década, e investimento militar cai

Despesas com ativos e inativos crescem R$ 7,1 bi em 2019, reflexo de aumento salarial
Por Igor Gielow e Gustavo Patu | Folha de S.Paulo

A previsão de gasto militar para o primeiro ano de governo do capitão reformado do Exército Jair Bolsonaro (PSL) traz o maior aumento de despesa com pessoal em dez anos e uma redução expressiva do investimento em programas de reequipamento das Forças Armadas.
Não fosse uma criatividade contábil dos militares, que conseguiram recursos com a capitalização de uma estatal para comprar novos navios, a despesa de investimento seria a menor desde 2009.

A Folha analisou a série histórica com a ferramenta de acompanhamento orçamentário Siga Brasil, do Senado. Para este ano, o Ministério da Defesa, ainda na gestão Michel Temer (MDB), planejou gastar R$ 104,2 bilhões, o quarto maior volume da Esplanada.

Desse montante, R$ 81,1 bilhões irão para pessoal, R$ 13,3 bilhões, para gastos correntes (custeio) e R$ 9,8 bilhões, para investimentos. Os valores não incluem o con…

Rússia e Turquia fecham acordo sobre limites de zona desmilitarizada em Idlib

Rússia e Turquia chegaram a um acordo sobre os limites da zona desmilitarizada na província de Idlib, no noroeste da Síria, conforme anunciou nesta segunda-feira o vice-ministro de Relações Exteriores russo, Sergey Vershinin.


EFE

Moscou - "As fronteiras da zona desmilitarizada já foram estabelecidas", disse Vershinin em entrevista à agência oficial russa "RIA Novosti".

Putin e Erdogan em foto de julho de 2018. EFE/Vladimir Astapkovich
Putin e Erdogan em foto de julho de 2018. EFE/Vladimir Astapkovich

De acordo com o vice-ministro, os militares russos e turcos têm "comunicação, bons contatos e interação".

Em 17 de setembro, os presidentes da Rússia, Vladimir Putin, e da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, decidiram implantar uma zona desmilitarizada de até 20 quilômetros e que dividirá as posições das tropas do governo e da oposição armada, que tem apoio de Ancara.

O acordo, selado em um memorando assinado pelos ministros da Defesa de ambos os países, diz que a zona desmilitarizada deve ser criada até segunda-feira que vem. A proposta de Erdogan, de retirar o armamento pesado e os soldados armados de tal área deve concluir na quarta-feira.

"Entendemos que se trata de um trabalho grande, como a retirada do armamento pesado e a saída dos grupos radicais. Acho que é possível fazê-lo e isto deve ser feito", disse Vershinin.

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