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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Seul, Pyongyang e Comando da ONU abordam desarmamento de zona de segurança

Coreia do Sul, Coreia do Norte e o Comando das Nações Unidas na Coreia (UNC), liderado pelos Estados Unidos, se reuniram nesta terça-feira pela primeira vez para abordar o desarmamento na Área de Segurança Conjunta (JSA) em cumprimento do recente acordo militar assinado pelos dois países vizinhos.


EFE

Seul - A reunião ocorreu na própria JSA e foi organizada pelo coronel sul-coreano Cho Yong-geun, o coronel norte-coreano Om Chang-nam e o coronel americano Burke Hamilton, secretário do UNC na Comissão do Armistício (que supervisiona o cessar-fogo entre os participantes da Guerra da Coreia), segundo explicou o Ministério de Defesa sul-coreano em comunicado.


Zona desmilitarizada (DMZ) na fronteira das Coreias em foto de julho de 2018. EFE/ Yonhap
Zona desmilitarizada (DMZ) na fronteira das Coreias em foto de julho de 2018. EFE/ Yonhap

Os representantes de Seul e Pyongyang decidiram estabelecer áreas desarmadas na JSA para diminuir a tensão no acordo militar assinado em setembro, o maior pacto de Defesa assinado por ambos os países desde que a península se dividiu, em 1945.

Ambas as partes abordaram medidas "como a retirada de armas de fogo e postos de guarda, a redução de pessoal de guarda e o reajuste das equipes de vigilância", explicou um comunicado, sem mais detalhes.

"Foi decidido proceder com os movimentos para as medidas de desarmamento e verificação mútua através do órgão consultivo trilateral (a Comissão do Armisticio)", acrescenta o texto.

A Coreia do Sul tinha previsto recuar quatro postos de guarda e a Coreia do Norte cinco, enquanto cada país mobilizaria 35 soldados desarmados ao norte e sul da linha de demarcação militar que divide em duas a JSA, segundo a imprensa local.

Como parte da implementação do acordo de setembro, Coreia do Sul e Coreia do Norte iniciaram em 1º de outubro trabalhos conjuntos para retirarem minas da Zona Desmilitarizada (ZDC) que as divide, operações cujos resultados também foram analisados na reunião.

A presença do Comando da ONU na reunião se deve ao fato de que a agência tem jurisdição sobre a JSA, estabelecida após a Guerra da Coreia (1950-1953), que terminou com um armistício assinado pelo exército norte-coreano, China e EUA, em nome do UNC e que nunca foi substituído por um tratado de paz definitivo.

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