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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Seul, Pyongyang e Comando da ONU abordam desarmamento de zona de segurança

Coreia do Sul, Coreia do Norte e o Comando das Nações Unidas na Coreia (UNC), liderado pelos Estados Unidos, se reuniram nesta terça-feira pela primeira vez para abordar o desarmamento na Área de Segurança Conjunta (JSA) em cumprimento do recente acordo militar assinado pelos dois países vizinhos.


EFE

Seul - A reunião ocorreu na própria JSA e foi organizada pelo coronel sul-coreano Cho Yong-geun, o coronel norte-coreano Om Chang-nam e o coronel americano Burke Hamilton, secretário do UNC na Comissão do Armistício (que supervisiona o cessar-fogo entre os participantes da Guerra da Coreia), segundo explicou o Ministério de Defesa sul-coreano em comunicado.


Zona desmilitarizada (DMZ) na fronteira das Coreias em foto de julho de 2018. EFE/ Yonhap
Zona desmilitarizada (DMZ) na fronteira das Coreias em foto de julho de 2018. EFE/ Yonhap

Os representantes de Seul e Pyongyang decidiram estabelecer áreas desarmadas na JSA para diminuir a tensão no acordo militar assinado em setembro, o maior pacto de Defesa assinado por ambos os países desde que a península se dividiu, em 1945.

Ambas as partes abordaram medidas "como a retirada de armas de fogo e postos de guarda, a redução de pessoal de guarda e o reajuste das equipes de vigilância", explicou um comunicado, sem mais detalhes.

"Foi decidido proceder com os movimentos para as medidas de desarmamento e verificação mútua através do órgão consultivo trilateral (a Comissão do Armisticio)", acrescenta o texto.

A Coreia do Sul tinha previsto recuar quatro postos de guarda e a Coreia do Norte cinco, enquanto cada país mobilizaria 35 soldados desarmados ao norte e sul da linha de demarcação militar que divide em duas a JSA, segundo a imprensa local.

Como parte da implementação do acordo de setembro, Coreia do Sul e Coreia do Norte iniciaram em 1º de outubro trabalhos conjuntos para retirarem minas da Zona Desmilitarizada (ZDC) que as divide, operações cujos resultados também foram analisados na reunião.

A presença do Comando da ONU na reunião se deve ao fato de que a agência tem jurisdição sobre a JSA, estabelecida após a Guerra da Coreia (1950-1953), que terminou com um armistício assinado pelo exército norte-coreano, China e EUA, em nome do UNC e que nunca foi substituído por um tratado de paz definitivo.

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