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Prestes a 'ganhar' território do tamanho da Arábia Saudita, Brasil carece de recursos para defesa

A ONU deve ratificar no próximo mês, o pleito brasileiro em estender sua faixa de águas jurisdicionais em pelo menos 2,1 milhões de km², uma área equivalente à extensão da Arábia Saudita. Para especialista ouvido pela Sputnik Brasil, movimento precisa vir acompanhado de modernização da Marinha.
Sputnik

Como a Sputnik Brasil mostrou em maio, a demanda já dura há pelo menos 30 anos e tem relação com medições técnicas sobre o ponto onde termina o Brasil continental e até onde é lícito explorar as águas do entorno. O mar territorial brasileiro têm atualmente cerca de 12 milhas náuticas (22 quilômetros) na faixa de água e uma zona econômica exclusiva de 200 milhas náuticas (370 quilômetros). Na parte de solo e sub-solo, área na qual o Brasil pleiteia a extensão, há um limite de mais 200 milhas regulamentadas.

Responsável pela proteção da área oceânica, a Marinha brasileira vem desenvolvendo pesquisas na região desde 2004. Os militares já identificaram potencial possibilidade de exploração de …

Síria: ONU deve investigar ataque da coalizão que matou 62 civis

O ministério das Relações Exteriores da Síria acusou os países da coalizão internacional liderada por os EUA de violar o direito internacional ao bombardear áreas na província de Deir ez-Zor, matando pelo menos 62 civis.


Sputnik

"O crime cometido pela coligação prova mais uma vez que os seus países ignoram o direito internacional e carecem de valores morais", diz a carta do ministério das Relações Exteriores da Síria, enviada ao Secretário-Geral da ONU, informou SANA.


Situação em Deir ez-Zor
Bombardeio a Deir ez-Zor, Síria © Sputnik / Mikhail Alaeddin

A chancelaria síria pediu por uma investigação independente e imparcial do ataque aéreo, bem como a adoção de medidas para que situações semelhantes não se repitam.

"Este crime horrível provou para todos que o objetivo dos EUA nesta operação ilegítima não é lutar contra o terrorismo, mas assassinar o maior número possível de sírios e ignorar por completo os valores humanitários", acrescenta a carta.

A agência de notícias SANA informou neste sábado que os ataques da coalizão contra as aldeias de Al-Sousse e Al-Bubadran mataram 62 civis.

Segundo a agência, os ataques foram realizados nas últimas 24 horas.

A agência destacou que os números da tragédia ainda podem aumentar, pois muitas casas foram destruídas e muitos feridos ainda estão sob os escombros.

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