Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Sobe para 68 o número de mortos em ataque do EI contra curdos na Síria

Pelo menos 68 combatentes das Forças da Síria Democrática (FSD), milícias lideradas por curdos, morreram nas últimas horas deste sábado em uma série de ataques coordenados do grupo terrorista Estado Islâmico (EI) contra populações no nordeste da Síria, informou neste sábado o Observatório Sírio de Direitos Humanos (OSDH).


EFE

Cairo - O diretor do Observatório, Rami Abdul Rahman, disse à Agência Efe por telefone que também há por volta de uma centena de feridos no ataque e, além disso, os jihadistas sequestraram pelo menos 20 milicianos das FSD, grupo que conta com apoio da coalizão internacional liderada pelos Estados Unidos.


Imagem relacionada
Reprodução

"O número de mortos e feridos está aumentando. Chegaram a 68 os mortos e a 100 os feridos em graves ofensivas realizadas pelo Daesh (acrônimo árabe para Estado Islâmico) nas quais participaram combatentes mulheres e crianças", disse Abdul Rahman.

Entre as fileiras jihadistas pelo menos 24 combatentes morreram, mas o número de mortos pode aumentar porque os combates ainda estão acontecendo neste momento e pela existência de feridos graves em ambos os lados, segundo o OSDH.

A ofensiva jihadista foi lançada na noite de sexta-feira e se estendeu até hoje nas localidades da As Susa, Baguz e Hayin, todas situadas na província de Deir ez Zor, a leste do rio Eufrates, perto da fronteira com o Iraque.

O alvo do ataque foram as bases das FSD e de outras forças que chegaram recentemente como reforço, para a ofensiva "Tempestade de Al Jazira" que estas milícias desenvolvem contra o EI.

Os jihadistas atacaram com cerca de 200 combatentes, inclusive mulheres usadas como franco-atiradores e crianças, conhecidas como "filhotes do califado", acrescentou o OSDH.

O EI reconquistou as populações de As Susa e Baguz depois de forçar às FSD a recuarem pela violência da ofensiva.

As Forças de Defesa Civil, que integram as FSD, tiveram que se retirar de suas posições na fronteira sírio-iraquiana, segundo a mesma fonte.

Os jihadistas confiscaram vários veículos e grande quantidade de armas deixadas pelas milícias curdas em sua retirada.

Além disso, o OSDH afirmou que os aviões da coalizão internacional não ofereceram apoio às FSD para tentar conter esta ofensiva, mas enviaram 15 veículos blindados.

As FSD lançaram a última fase de sua ofensiva contra os jihadistas em 11 de setembro, depois de semanas de bombardeios da coalizão internacional liderada pelos Estados Unidos.

Essas milícias curdas foram responsáveis no ano passado por expulsar os terroristas de Al Raqqa, a antiga capital 'de fato' do califado proclamado pelo EI.

Comentários

Postagens mais visitadas