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Putin ameaça retaliar se EUA instalarem mísseis na Europa

Em seu discurso sobre o estado da nação, presidente russo faz ataques a Washington e promete apontar seu arsenal para os Estados Unidos e para o continente europeu se mísseis americanos atravessarem o Atlântico.
Deutsch Welle

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, alertou nesta quarta-feira (20/02) que seu país responderá a um possível envio de mísseis americanos à Europa, fazendo com que não apenas os países que receberem esses armamentos se tornem alvos, mas também os Estados Unidos.


Em seu discurso anual sobre o estado da nação em Moscou, Putin elevou o tom ao comentar uma nova e potencial corrida armamentista. Ele afirmou que a reação russa a um possível envio seria rigorosa e que as autoridades em Washington – algumas das quais estariam obcecadas com o "excepcionalismo" americano – deveriam calcular os riscos antes de tomar qualquer medida.

"É o direito deles de pensar da forma que quiserem. Mas eles sabem fazer cálculos? Tenho certeza que sabem. Deixemos que eles cal…

Tensão crescente: Japão envia blindados ao exterior pela 1ª vez desde Segunda Guerra

As tropas do Japão, que participaram dos exercícios conjuntos com militares dos EUA e das Filipinas em 6 de outubro, usaram veículos blindados no exterior pela primeira vez desde a Segunda Guerra Mundial.


Sputnik

Durante essas manobras, que tiveram lugar em território filipino, a parte japonesa simulou a entrega de apoio humanitário durante uma operação para recuperar uma zona capturada por terroristas. Nessa atividade, 50 soldados japoneses desarmados marcharam atrás de quatro veículos blindados para recolher os supostos feridos das Filipinas e dos EUA.

Tanque durante exercícios militares no Japão
Tanque japonês durante exercício militar © AP Photo / Shizuo Kambayashi

O major japonês Koki Inoue disse que o objetivo das manobras era "aumentar nossa capacidade operacional", bem como "melhorar nossa assistência humanitária e capacitação para o socorro em casos de desastre", e lembrou que o Japão não esteve envolvido em práticas de combate.

Um oficial de comunicações do Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA, por sua vez, disse à agência AP que esses exercícios "não têm nada a ver" com uma nação ou qualquer exército estrangeiro, mas "estão exclusivamente relacionados ao terrorismo nas Filipinas".

Tensões com a China

No entanto, o jornalista Christopher Woody, do portal Business Insider, observa que essas manobras conjuntas do Japão, EUA e Filipinas ocorrem em meio à crescente tensão entre a China e seus adversários.

Os exercícios foram realizados em uma base naval filipina localizada na ilha de Luzon, a cerca de 200 quilômetros do recife de Scarborough — ilha de Huangyan, segundo os chineses — que Manila disputa com Pequim no mar do Sul da China.

Além disso, eles ocorreram logo depois de uma série de incidentes recentes entre os EUA e a China em águas próximas, como simulações de combates aéreos no mar do Sul da China usando bombardeiros estratégicos B-52 ou o incidente perigoso de aproximação de um navio da Marinha da China a uma embarcação militar dos EUA no mar do Sul da China perto das Ilhas Spratly.

Nesse sentido, Woody lembrou que o Japão também disputa territórios com a China no mar do Sul da China e que sua presença foi uma das razões para que suas forças militares "aumentassem suas capacidades".

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