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Capacetes brancos preparam novas provocações na Síria, diz enviado russo na ONU

Membros dos Capacetes Brancos estão preparando novas provocações com substâncias tóxicas na Síria, disse o vice-embaixador russo na ONU, Vladimir Safronkov, nesta quarta-feira (24) na reunião do Conselho de Segurança da ONU.
Sputnik

Safronkov observou que os Capacetes Brancos acusariam o governo sírio pelo uso de tais substâncias.

Mais cedo nesta quarta-feira (24), o Major General Viktor Kupchishin, chefe do Centro Russo para a Reconciliação Síria, argumentou que funcionários da mídia estrangeira na província síria de Hama conduziram uma filmagem falsa da "morte" de uma família supostamente devido ao uso de armas químicas pelas tropas sírias.

Em diversas ocasiões, Moscou e Damasco apontaram que os Capacetes Brancos estavam produzindo provocações envolvendo o uso de armas químicas com o objetivo de culpar o governo da Síria e dar aos países ocidentais justificativas para a intervenção no país.
A estratégia de encenar ataques para usá-los como falsa bandeira tem sido usada repetida…

'Toque para despertar': general norte-americano admite supremacia do armamento russo

O novíssimo armamento russo ultrapassa a maioria dos sistemas análogos norte-americanos, afirmou o chefe do comando do exército dos EUA para desenvolvimentos perspectivos, general John M. Murray, escreveu a edição Business Insider.


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De acordo com ela, o Pentágono realizou uma investigação dedicada aos desenvolvimentos militares russos da próxima geração. Os resultados obtidos viraram para os norte-americanos "um toque de despertar".

Soldado do exército dos EUA com binóculo
Militar norte-americano © flickr.com / Justin Connaher

O general destacou os sistemas de artilharia e o alcance dos novos mísseis. No primeiro caso, John Murray enfatizou a combinação da artilharia com drones, empregados para pontaria e correção de tiro. Quanto ao segundo aspecto, o general se impressionou com o alcance dos novos mísseis que são capazes de eliminar facilmente os aviões de apoio longe da linha da frente, bem como limitar eficazmente o acesso ao espaço aéreo do país, escreveu a edição.

Como resultado, foi repensada a estratégia de defesa nacional dos EUA, que passou a se focar em um confronto hipotético com países que têm um poderio similar, como a Rússia e a China, enquanto nos anos anteriores a atenção era dada a operações locais contra inimigos mais fracos.

Tal desequilíbrio, de acordo com a matéria, fez com que os EUA tenham "passado o tempo dormindo" enquanto as outras potências deram um salto tecnológico.

Como resposta, Murray apontou para o programa de criação da nova peça de artilharia ERCA. Os últimos testes demonstraram que a arma é capaz de atingir alvos a uma distância de 62 km. Enquanto isso, a edição Russkoe Oruzhie assinalou que, por enquanto, a Rússia continua ultrapassando os EUA em termos do alcance de tiro e em quantidade de canhões. Por exemplo, o obuseiro autopropulsado de 152 mm Koalitsiya é capaz de disparar com alcance de até 70 km.

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