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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Três países africanos somam esforços contra o terrorismo

Os governos de Benin, Níger, Togo e Burkina Faso integraram uma frente comum para combater as ações terroristas, informou hoje uma publicação regional.


Prensa Latina

Ouagadougou - Os exércitos desses três países realizarão ações marcadas contra esse flagelo, sobretudo na parte oriental do território burkinabé, segundo uma declaração conjunta de seus ministros de Segurança e Assuntos Exteriores, citada pela Agência Panafricana de Notícias.


Um encontro dos titulares nesta capital debateu sobre o tema antes de subscrever um acordo 'sob o impulso dos chefes de Estado para desenvolver cooperações em matéria de informação e pôr fim ao terrorismo' sublinhou o chanceler de Burkina Faso, Alpha Barry.

Esta última nação, cuja região oriental de amplos bosques é fronteiriça com Níger, Benin e Togo, desde o início de 2015 palco de ataques terroristas, depois de permanecer durante muitos anos alheia a esse tipo de ações violentas.

'Burkina Faso está na zona tampão, isto é, a zona saheliana e a costeira ou a florestal. Se o país é atingido pelo terrorismo, toda África ocidental também será afetada', advertiu Barry.

O ministro beninés do Interior, Sacca Lafia, por sua vez, explicou como o terrorismo prolifera na sub região do Sahel, particularmente no leste de Burkina Faso.

A maioria dos Estados dessa área africana enfrentam o perigo de grupos terroristas infiltrados em países vizinhos como Mali e Nigéria.

Os governos de Burkina Faso, Chade, Malí, Mauritania e Níger enfrentam a ação dessas organizações integrados ao chamado grupo G5-Sahel, mediante acordos mútuos para o emprego de tropas, meios e recursos.

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