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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Turquia compartilha informações sobre assassinato de jornalista saudita com a CIA, diz jornal

Jornal turco afirma há dias que investigadores têm gravações de vídeo e áudio que provavam que o jornalista foi torturado e esquartejado no consulado saudita em Istambul. Governo não confirma.


France Presse

A Turquia compartilhou com a diretora da Agência Central de Inteligência (CIA) americana as informações obtidas no âmbito da investigação do assassinato do jornalista saudita Jamal Khashoggi, afirma o jornal turco "Sabah".

Khashoggi desapareceu em 2 de outubro — Foto: Reuters/Osman Orsal/File Photo
Khashoggi desapareceu em 2 de outubro — Foto: Reuters/Osman Orsal/File Photo

O Serviço de Inteligência Turco (MIT) informou Gina Haspel, que comanda a CIA desde abril, "sobre as provas vinculadas" ao assassinato do jornalista, de acordo com a publicação, ligada ao governo e uma das principais as revelar os "vazamentos" sobre a investigação desde o início do caso. Haspel, que foi espiã e fala turco, chegou em Istambul na terça-feira e já se reuniu com altos funcionários do governo.

O jornal afirma que o MIT exibiu à diretora da CIA alguns vídeos e disponibilizou gravações de áudio. Também compartilhou "os elementos obtidos durante a operação de busca no consulado geral e na residência do cônsul da Arábia Saudita em Istambul".

Jamal Khashoggi, 59 anos, colunista do jornal americano "Washington Post" e crítico do poderoso príncipe herdeiro saudita, foi assassinado em 2 de outubro no consulado do seu país, em Istambul.

Desde o desaparecimento de Kashoggi, os jornais turcos, incluindo o "Sabah", afirmavam que os investigadores tinham gravações de vídeo e áudio que provavam que o jornalista foi torturado, assassinado e esquartejado.

Ancara, no entanto, não reconheceu oficialmente a existência do material de áudio e vídeo. O presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, não mencionou estes elementos em um discurso na terça-feira (23) sobre o caso Khashoggi.

Ele afirmou a colegas de partido, no parlamento, que há fortes sinais de que o assassinato foi planejado e de que ele foi morto de uma forma selvagem.

Pressão internacional

A pressão internacional contra a Arábia Saudita é crescente. Os Estados Unidos e o Reino Unido revogaram os vistos de autoridades sauditas suspeitas de envolvimento no caso do jornalista.

Nesta quarta-feira, o presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk, pediu toda a verdade sobre o "impactante assassinato" do jornalista independente. "O único interesse europeu é revelar todos os detalhes deste caso, sejam que for o autor", afirmou no Parlamento Europeu, em Estrasburgo, na França.

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