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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Vard Promar na disputa pelas corvetas da Marinha

Com apenas dois meses de trabalho garantidos, o Vard Promar agora tem mais chances de continuar funcionando. É que o estaleiro, situado no Complexo de Suape, está entre os finalistas do edital que vai licitar a construção de quatro corvetas para a Marinha. 


Portos e Navios

O resultado da licitação, porém, só sai em dezembro, quando o Vard deve entregar o último navio da Transpetro. Por isso, mesmo que ganhe o certame, o estaleiro pode demitir parte dos seus 500 funcionários em 2019.

Estaleiro Vard Promar

Além do Vard, outros três consórcios estão na fase final do certame, avaliado em US$ 1,6 bilhão. “Mas nós estamos confiantes por uma série de razões. A primeira delas é o fato de que nós somos a única empresa com estaleiro no Brasil”, afirmou o vice-presidente sênior do Vard Promar, Guilherme Coelho, explicando que os outros finalistas são encabeçados por empresas estrangeiras que fizeram parceria com estaleiros da Bahia, São Paulo e Santa Catarina para poder construir os navios em território brasileiro, como exige o edital.

“Além disso, nós entregamos a única proposta de propriedade da Marinha. Os outros querem construir as corvetas com projetos próprios. Já nossa ideia é usar o projeto da Marinha e desenvolver apenas a tecnologia dos sistemas de combate”, acrescentou Coelho, pontuando que essa tecnologia será transferida para a Marinha para facilitar a manutenção futura dos navios.

Outro fator que pesa a favor do Vard, segundo Coelho, é o fato de estaleiro já ter construído embarcações de alta complexidade. Afinal, para a Marinha, as corvetas se distinguem dos demais navios escolta pela “versatilidade, capacidade de detecção, mobilidade e autonomia para a patrulha de extensas áreas marítimas na defesa dos interesses econômicos nacionais”.

O vencedor da licitação, porém, só deve sair em dezembro, o que estende para 2019 ou até 2020 o início da construção das corvetas. Por isso, o Vard admite que deve efetuar demissões mesmo se vencer o edital da Marinha. “A questão é quanto vamos reduzir e quando vamos recontratar esse pessoal”, pontuou o executivo, lembrando, porém, que essa licitação será muito importante para a manutenção da mão de obra do Vard. Afinal, as corvetas são a esperança mais factível de sobrevivência do estaleiro e podem garantir trabalho para o empreendimento por até seis ou oito anos.

Por conta disso, as corvetas foram assunto até da reunião realizada nessa terça-feira (16) pelo Comitê Empresarial da Indústria da Defesa da Fiepe - a primeira após a fábrica suíça de munições Ruag desistir de se instalar em Pernambuco. “Discutimos como nosso parque industrial pode se tornar fornecedor do Ministério da Defesa. E, agora, temos uma oportunidade com a construção desses navios”, explicou o presidente do comitê, José Antonio Simón.

EAS

O Estaleiro Atlântico Sul (EAS) também está buscando novos contratos para poder continuar funcionando, já que só tem encomendas até meados do ano que vem. A esperança do empreendimento, porém, está na iniciativa privada. É que, no mês passado, o EAS assinou um memorando de intenções para a construção de dois navios conteineiros para a empresa Aliança, do grupo Maersk. Agora, o estaleiro busca financiamento com o Credit Suisse para avançar com esse contrato.

Fonte: Folha de Pernambuco

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