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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Vários policiais mortos em combates neste fim de semana no Afeganistão

Ao menos 10 polícias morreram em confrontos com combatentes talibãs no fim de semana na província de Wardak, no centro do Afeganistão, informaram hoje fonte locais.


Prensa Latina 
Kabul - Os insurgentes também destruíram novos postos de controle no meio de combates para arrebatar o controle de algumas das principais artérias da região, assinalou Abdul Rahman Mangal, porta-voz do escritório do governador de Wardak.


No sábado, os talibãs incendiaram um edifício governamental no distrito de Sayeed Abad e mataram o chefe da polícia junto com outros nove agentes, comentou Mangal citado pela Rede 1TV.

Também irromperam em várias casas de civis, destruíram postos de controle recém construídos e cortaram a eletricidade em algumas partes da cidade, agregou Mangal.

Enquanto na província de Ghazni, dois meses após uma ofensiva que deixou mais de 100 mortos, também se informaram vários incidentes entre rebeldes e força afegãs.

Nos últimos dias sucederam-se os ataques dos rebeldes contra objetivos das forças de segurança afegãs em zonas de importância estratégica, bem como lugares e trabalhadores envolvidos no processo eleitoral, quando restam sozinho dias para as eleições parlamentares.

De fato, nesta segunda-feira o movimento chamou a boicotar as eleições e por considerá-las 'uma falsidade dirigida pelos Estados Unidos'.

O Afeganistão vive uma longa crise política e social acentuada desde o 2001 com a invasão de Washington e seus aliados da Organização do Atlântico Norte.

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