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Defesa do Brasil tem maior gasto com pessoal na década, e investimento militar cai

Despesas com ativos e inativos crescem R$ 7,1 bi em 2019, reflexo de aumento salarial
Por Igor Gielow e Gustavo Patu | Folha de S.Paulo

A previsão de gasto militar para o primeiro ano de governo do capitão reformado do Exército Jair Bolsonaro (PSL) traz o maior aumento de despesa com pessoal em dez anos e uma redução expressiva do investimento em programas de reequipamento das Forças Armadas.
Não fosse uma criatividade contábil dos militares, que conseguiram recursos com a capitalização de uma estatal para comprar novos navios, a despesa de investimento seria a menor desde 2009.

A Folha analisou a série histórica com a ferramenta de acompanhamento orçamentário Siga Brasil, do Senado. Para este ano, o Ministério da Defesa, ainda na gestão Michel Temer (MDB), planejou gastar R$ 104,2 bilhões, o quarto maior volume da Esplanada.

Desse montante, R$ 81,1 bilhões irão para pessoal, R$ 13,3 bilhões, para gastos correntes (custeio) e R$ 9,8 bilhões, para investimentos. Os valores não incluem o con…

Vários policiais mortos em combates neste fim de semana no Afeganistão

Ao menos 10 polícias morreram em confrontos com combatentes talibãs no fim de semana na província de Wardak, no centro do Afeganistão, informaram hoje fonte locais.


Prensa Latina 
Kabul - Os insurgentes também destruíram novos postos de controle no meio de combates para arrebatar o controle de algumas das principais artérias da região, assinalou Abdul Rahman Mangal, porta-voz do escritório do governador de Wardak.


No sábado, os talibãs incendiaram um edifício governamental no distrito de Sayeed Abad e mataram o chefe da polícia junto com outros nove agentes, comentou Mangal citado pela Rede 1TV.

Também irromperam em várias casas de civis, destruíram postos de controle recém construídos e cortaram a eletricidade em algumas partes da cidade, agregou Mangal.

Enquanto na província de Ghazni, dois meses após uma ofensiva que deixou mais de 100 mortos, também se informaram vários incidentes entre rebeldes e força afegãs.

Nos últimos dias sucederam-se os ataques dos rebeldes contra objetivos das forças de segurança afegãs em zonas de importância estratégica, bem como lugares e trabalhadores envolvidos no processo eleitoral, quando restam sozinho dias para as eleições parlamentares.

De fato, nesta segunda-feira o movimento chamou a boicotar as eleições e por considerá-las 'uma falsidade dirigida pelos Estados Unidos'.

O Afeganistão vive uma longa crise política e social acentuada desde o 2001 com a invasão de Washington e seus aliados da Organização do Atlântico Norte.

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