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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

4 militares da OTAN ficam feridos durante exercícios na Noruega

Quatro soldados suecos ficaram feridos neste sábado (3) na sequência de lesões sofridas nos exercícios Trident Juncture, na Noruega, comunica a imprensa europeia.


Sputnik

Segundo comunica a agência Belga, os ferimentos foram causados por uma colisão entre um tanque e um carro militar, onde seguiam os soldados ficaram lesionados.


Manobras militares Trident Juncture 2018, na Noruega
Militares da OTAN © REUTERS / Sgt Marc-Andre Gaudreault/NATO JFC Brunssum Imagery

Todos os quatro soldados foram logo transportados para hospital, recebendo ajuda de emergência, entretanto dois deles ficaram na instituição para tratamento ulterior. Não foi comunicado o estado concreto dos militares, mas foi afirmado que as suas vidas não estão em perigo.

Os maiores exercícios da OTAN desde a época da Guerra Fria se realizam na Noruega de 25 de outubro até 7 de novembro. Do treinamento do cenário de defesa coletiva em caso de um ataque do inimigo convencional participam 50 mil militares e equipamentos de todos os 29 países aliados, bem como de parceiros da Aliança — Suécia e Finlândia.

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