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Putin ameaça retaliar se EUA instalarem mísseis na Europa

Em seu discurso sobre o estado da nação, presidente russo faz ataques a Washington e promete apontar seu arsenal para os Estados Unidos e para o continente europeu se mísseis americanos atravessarem o Atlântico.
Deutsch Welle

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, alertou nesta quarta-feira (20/02) que seu país responderá a um possível envio de mísseis americanos à Europa, fazendo com que não apenas os países que receberem esses armamentos se tornem alvos, mas também os Estados Unidos.


Em seu discurso anual sobre o estado da nação em Moscou, Putin elevou o tom ao comentar uma nova e potencial corrida armamentista. Ele afirmou que a reação russa a um possível envio seria rigorosa e que as autoridades em Washington – algumas das quais estariam obcecadas com o "excepcionalismo" americano – deveriam calcular os riscos antes de tomar qualquer medida.

"É o direito deles de pensar da forma que quiserem. Mas eles sabem fazer cálculos? Tenho certeza que sabem. Deixemos que eles cal…

'Ação descarada': Crimeia comenta detenção de 15 navios pela Ucrânia

A política da Ucrânia de detenção dos navios que entram em portos da Crimeia é uma ação descarada e se assemelha a alguém que dá um tiro no próprio pé, declarou Yuri Gempel, chefe do Comitê do Parlamento da Crimeia para as Relações Interétnicas.


Sputnik

Anteriormente, o Serviço de Guarda de Fronteiras da Ucrânia informou que 15 embarcações foram detidas por "entrada ilegal em portos da Crimeia ocupada". Algumas foram apreendidas, em relação a outras decorrem processos judiciais. A entidade acrescentou que os navios estão nos portos de Berdyansk e Mariupol.


Navios ucranianos em Sevastopol, Crimeia, Rússia
Navios ucranianos em Sevastopol © Sputnik / Aleksei Malgavko

Não foi especificado se há navios russos entre eles. Relata-se que 940 embarcações estão sendo observadas pela guarda de fronteira ucraniana: a maioria presta serviço aos portos da Crimeia.

"Essa política ucraniana se assemelha a alguém que dá um tiro no próprio pé. Nesse contexto eles vão deter todas as embarcações estrangeiras, inclusive as suas, porque as relações comerciais com a Crimeia russa começam a aumentar. Com estas ações eles prejudicam sua própria economia e agravam a situação internacional. Acho que deve ser posto fim a tais ações descaradas em relação à Rússia", disse Gempel à Sputnik.

Segundo ele, neste caso é adequado dizer que o inimigo tem que ser combatido com as suas próprias armas.

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