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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Airbus e Dassault preparam proposta de novo caça

A Airbus e a Dassault Aviation da França apresentarão em breve uma proposta de um trabalho conceitual inicial sobre um caça de próxima geração a autoridades alemãs e francesas, segundo fontes familiarizadas com o assunto.


Poder Aéreo

BERLIM – As duas empresas concordaram em princípio, em abril, em trabalhar juntas em um ambicioso programa franco-alemão para projetar um novo avião de combate, mas estão ansiosas para obter financiamento antecipado para que possam começar a trabalhar em novas tecnologias necessárias para o projeto multibilionário. O objetivo é colocar a nova aeronave em operação em torno do ano 2040.

Future Combat Air Systems (FCAS)
Future Combat Air Systems (FCAS)

Alemanha e França assinaram um memorando de entendimento sobre o projeto em abril, mas o progresso tem sido afetado em meio a disputas entre os governos sobre as futuras exportações e entre a indústria sobre como dividir o trabalho em um sistema para integrar o novo jato com drones e outras armas.

Uma fonte familiarizada com o assunto disse que as duas empresas podem apresentar sua proposta até o final do ano ou no início do próximo ano, abrindo caminho para os primeiros contratos no ano que vem.

Um oficial militar francês disse na conferência International Fighter em Berlim nesta semana que os dois governos esperavam concluir um contrato inicial em janeiro.

FONTE: Reuters

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