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EUA podem dobrar contingente militar na América do Sul, diz chefe da inteligência russa

Os EUA podem aumentar seu contingente militar na América Central e do Sul de 20 mil para 40 mil homens, disse o vice-almirante Igor Kostyukov, chefe do Departamento Central de Inteligência (GRU, sigla em russo), do Estado-Maior das Forças Armadas da Rússia.
Sputnik

"Embora na América Latina não haja ameaça militar direta para a segurança dos EUA, Washington tem uma presença militar significativa [na região]. O Comando Conjunto das Forças Armadas dos EUA implantou na América Central e do Sul um contingente de 20 mil militares. No período de ameaças este pode aumentar para 40 mil militares", explicou Kostyukov.


De acordo com ele, os EUA podem provocar uma "revolução colorida" na Nicarágua e Cuba.

"As tecnologias de 'revolução colorida' testadas na Venezuela podem vir a ser usadas em breve na Nicarágua e em Cuba", disse ele.

Segundo Kostyukov, os EUA estão tentando estabelecer o controle total sobre a América Latina.

"A Administração dos EUA considera…

Analista: voos dos EUA perto da Crimeia estão entre as melhores tradições da Guerra Fria

Um avião de patrulha P-8A Poseidon da Marinha dos EUA realizou um voo de reconhecimento no estreito de Kerch, que liga o mar Negro e o mar de Azov, informou previamente a mídia.


Sputnik

O P-8A Poseidon sobrevoou o estreito de Kerch e a península da Crimeia em 6 de novembro, segundo relatou o serviço de monitoramento Plane Radar em sua conta no Twitter.


Avião de reconhecimento dos EUA P-8A Poseidon
Boeing P-8A Poseidon © Sputnik / Aleksei Kudenko

O cientista político Oleg Glazunov expressou sua opinião, em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik, sobre esses voos, que remontam à prática adotada na época da Guerra Fria e apenas agravam a situação.

"Se levarmos em conta nossas relações com os Estados Unidos, esses voos, naturalmente, são para fins de reconhecimento. Seu principal objetivo é identificar as unidades de defesa, o nível de proteção e os sistemas de defesa antiaérea. Essa inteligência está entre as melhores tradições da época da Guerra Fria", comentou Glazunov.

Segundo o analista, a política do presidente norte-americano Donald Trump é completamente imprevisível: vai desde a reaproximação com a Rússia até ao confronto completo.

"Isso agrava muito a situação. Nenhum país gosta que tais missões de reconhecimento sejam conduzidas em suas fronteiras, o que geralmente acontece antes de um ataque. Por exemplo, nós não realizamos voos de reconhecimento sobre o território dos Estados Unidos. Somos um país pacífico, mas, dos EUA, podemos esperar qualquer coisa", concluiu.

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