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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Ataque aéreo da coalizão internacional mata mais de 30 civis na Síria, diz mídia

O canal de televisão sírio comunicou sobre a morte de mais de 30 civis na Síria, em uma aldeia na província de Deir ez-Zor, após ataque da coalizão internacional liderada pelos Estados Unidos.


Sputnik

"A coalizão internacional lançou novos ataques na vila de Al-Sha'afa. Segundo os dados prévios, morreram mais de 30 civis, na sua maioria mulheres e crianças", informou o canal Al-Ikhbariya.


Situação em Deir ez-Zor
Bombardeio a Deir ez-Zor © Sputnik / Mikhail Alaeddin

O Comando Central dos Estados Unidos (CentCom) ainda não comentou as acusações, enquanto o alegado ataque aconteceu apenas dois dias após a mídia síria ter acusar a coalização internacional de matar pelo menos seis civis na cidade síria de Hajin, na província de Deir ez-Zor.

Anteriormente, em 21 de novembro, a coalizão internacional, encabeçada pelos EUA, atacou o povoado de Hadjin, situado na província de Deir ez-Zor, utilizando substância proibida pelas normas internacionais e causando vítimas civis, segundo comunicou o canal estatal Al-Ikhbariya.

A coalizão liderada pelos EUA atua desde 2014 no Iraque e na Síria com o alegado objetivo de derrotar o grupo terrorista Daesh (proibido na Rússia e em outros países), o autoproclamado Estado Islâmico. No entanto, as ações na Síria são realizadas sem a autorização das autoridades locais ou do Conselho de Segurança da ONU.

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