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General brasileiro em forças dos EUA atrapalha laços com Moscou e Pequim, diz especialista

A decisão do Brasil de enviar um oficial para integrar as Forças Armadas dos Estados Unidos deve atrapalhar as relações do país com importantes aliados, como China e Rússia. A avaliação é do especialista em Relações Internacionais Paulo Velasco, que conversou nesta segunda-feira com a Sputnik sobre esse polêmico assunto.
Sputnik

Na última semana, se tornou pública no Brasil a notícia de que o país indicará, até o final do ano, um general para assumir um posto no Comando Sul (SouthCom) dos EUA, que cobre América Central, Caribe e América do Sul, provocando controvérsias.


De acordo com o comandante responsável, o almirante Craig Faller, os interesses norte-americanos na região seriam ameaçados por Rússia, China, Irã, Venezuela, Cuba e Nicarágua, países com os quais o Brasil poderá ter relações prejudicadas por conta dessa situação, conforme acredita Velasco, professor adjunto de Política Internacional do Departamento de Relações Internacionais da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (U…

Ataque da coalizão internacional mata 3 crianças em Deir ez-Zor

A agência estatal síria SANA informou sobre um novo ataque da coalizão internacional liderada pelos EUA na província de Deir ez-Zor e sobre uso de fósforo branco durante um ataque anterior.


Sputnik

"Três crianças morreram em um ataque da coalizão internacional ao povoado de Shaafa, no leste da província de Deir ez-Zor", comunicou a agência.


Caças norte-americanos F-15
F-15 Eagle da USAF © REUTERS / Força Aérea dos EUA

Além disso, a SANA relatou que a coalizão usou outra vez fósforo branco proibido ao atacar a cidade de Hajin na mesma província síria.

"A coalizão internacional usou munições com fósforo branco, proibido pelas convenções internacionais, durante um ataque […] em Hajin, no leste da província de Deir ez-Zor", diz a SANA.

O ataque a Hajin foi relatado pela agência em 3 de novembro, tendo resultado na morte de 15 civis, na maioria mulheres e crianças, e dezenas de feridos.

A coalizão, liderada pelos Estados Unidos, ataca regularmente a cidade de Hajin, com a SANA já tendo informado sobre uso de fósforo branco nos ataques de 13 e 29 de outubro.

Desde 2014, os EUA e seus aliados efetuam uma operação contra o grupo terrorista Daesh (proibido na Rússia) no território sírio sem autorização de Damasco. As autoridades sírias pediram em várias ocasiões para que a ONU aplique medidas em relação às ações da coalizão. O Pentágono, por sua parte, afirma que as munições que usa na Síria correspondem às leis internacionais.

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