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Marinha do Brasil prevê inaugurar estação na Antártica em 2020, oito anos após incêndio

Obra é executada por uma empresa chinesa e, segundo a Marinha, se aproxima do final. Incêndio em 2012 destruiu estação, e dois militares morreram.
Por Guilherme Mazui | G1 — Brasília

Passados sete anos desde o incêndio que destruiu a Estação Antártica Comandante Ferraz, a Marinha prevê inaugurar a nova estação em março de 2020.

Executada pela empresa chinesa Ceiec, a obra se aproxima do final, segundo a Marinha, que prevê concluir as obras civis e a instalação de máquinas e mobiliário até 31 de março, iniciando um período de testes do complexo científico até março de 2020. Após os testes, a estação poderá receber militares e pesquisadores.

"A previsão de inauguração é março de 2020, quando os pesquisadores e o Grupo-Base [de militares] deverão ocupar em definitivo as instalações da nova Estação Antártica Comandante Ferraz", informou a Marinha ao G1.

Com investimento de US$ 99,6 milhões, o complexo receberá profissionais que atuam no Programa Antártico Brasileiro (Proantar), criad…

Atmaca, primeiro míssil mar-mar da Turquia, pronto para produção em massa


Míssil superfície-superfície é destinado a aumentar a dissuasão do mar, diz autoridade da indústria de defesa


Por Goksel Yildirim | Anadolu Agency | Poder Naval

ANCARA – O primeiro míssil marítimo autóctone da Turquia está pronto para produção em massa, anunciou na sexta-feira a Presidência das Indústrias de Defesa da Turquia (SSB).



O míssil superfície-superfície Atmaca deve reforçar a dissuasão marítima, disse a SSB em um comunicado.

O acordo para a produção em massa do míssil foi assinado entre a SSB e o fabricante de mísseis Roketsan, acrescentou.

Sob o acordo, os equipamentos e peças de reposição para o sistema de controle de tiro do míssil serão produzidos pela empresa líder de defesa turca Aselsan.

O projeto Atmaca foi lançado para atender à necessidade de que mísseis de cruzeiro navais sejam implantados no programa de navios de guerra MILGEM das Forças Navais da Turquia.

O MILGEM – o primeiro programa de guerra autóctone da Turquia – foi realizado com mais de 65% de participação da indústria nacional, com mais de 50 empresas nacionais contribuindo para o projeto, de acordo com o SSB.


Características do Atmaca

O míssil antinavio Atmaca (Falcão) da Turquia começará a ser produzido e colocado em serviço pela Marinha Turca em 2018 (espera-se equipar os corvetas MILGEM e as Fragatas Oliver Hazard Perry). O míssil antinavio Atmaca foi testado pela primeira vez no final de 2017.


Míssil superfície-superfície Atmaca saindo do lançador
Míssil superfície-superfície Atmaca saindo do lançador

O míssil foi desenvolvido pela Roketsan. A Subsecretaria das Indústrias de Defesa da Turquia (SSM) assinou um contrato em 2009 na fase de pesquisa e desenvolvimento do projeto Atmaca, com a Roketsan como contratada principal. O trabalho no Atmaca começou após a assinatura do contrato com a Roketsan em 2009, como resultado do trabalho de longa duração no Comando do Centro de Pesquisas do Comando das Forças Navais (ARMERKOM).

O Atmaca tem capacidades semelhantes aos mísseis Exocet (França), C-802 (China) e Harpoon (EUA). Ele pesa 800 kg e carrega uma ogiva pesando 200 quilos. Voa a uma velocidade variável enquanto atinge um alcance máximo de 200 km. Enquanto isso, o Harpoon americano de 691 kg tem um alcance de 140 km.

Sua orientação é obtida por meio dos sistemas INS/GPS (Sistema de Navegação Inercial/Sistema de Posicionamento Global), enquanto na fase terminal utiliza um sistema de radar ativo para busca independente e detecção de alvos. O Atmaca também tem hardware de link de dados.

Com isso, o Atmaca poderá ter seu alvo atualizado remotamente enquanto estiver voando. A asa principal do míssil turco é maior do que do Harpoon, resultando em maior envergadura. Há duas dobradiças na asa principal do Atmaca comparadas a uma das asas do Harpoon. Essa mudança foi feita para melhorar o desempenho de voo do míssil.

As aletas de controle do míssil turco são consideravelmente menores que o míssil dos EUA. A Turquia pretende empregar o mini motor turbojato Kale 3500 no lugar do Microturbo TRI 40, que alimenta o Míssil Stand-off (SOM) lançado pelo ar (ALCM).




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