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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Aviões bombardeiam área desmilitarizada da Síria após ataque químico

Aviões de guerra bombardearam neste domingo vários pontos dos arredores de Aleppo, na área desmilitarizada negociada entre Rússia e Turquia no noroeste da Síria, um dia depois do suposto taque químico em zonas residenciais da cidade.


EFE

Cairo - O Observatório Sírio de Direitos Humanos (OSDH) informou que se trata do primeiro bombardeio na área desmilitarizada desde que Turquia e Rússia alcançaram um acordo para o seu estabelecimento, em 17 de setembro, e que os aviões atingiram o bairro da Al Rashidin, no subúrbio de Aleppo, e a cidade de Khan Tuman, ao sudoeste.


Mulher sendo atendida após suposto ataque químico. EFE/EPA/SANA
Mulher sendo atendida após suposto ataque químico. EFE/EPA/SANA

O OSDH afirmou em comunicado que ainda não se sabe se o bombardeio deixou vítimas.

A ONG também não informou se os aviões pertencem ao Exército da Síria ou da Rússia, principal aliado do governo de Damasco.

O bombardeio ocorre depois que o governo sírio denunciou que grupos terroristas lançaram um ataque químico contra áreas residenciais de Aleppo.

Pelo menos 107 civis foram hospitalizados na noite de sábado com sintomas de intoxicação, segundo fontes médicas citadas pela televisão pública e pela agência oficial "Sana".

Segundo os cálculos do OSDH, 94 pessoas precisaram de atendimento médico e 31 delas permanecem internadas devido aos efeitos do gás.

O Ministério da Defesa da Rússia confirmou hoje o ataque químico contra áreas residenciais de Aleppo e adiantou que pedirá explicações à Turquia, país fiador do cessar-fogo na zona de distensão de Idlib.

Segundo o Exército russo, o ataque foi lançado na tarde do sábado com morteiros de 120 milímetros de calibre desde os arredores da cidade de Al Buraikat, uma região controlada pela Organização de Libertação do Levante, ex-filial síria da Al Qaeda, anteriormente chamada de Frente al Nusra.

A cidade de Aleppo está a poucos quilômetros da área desmilitarizada estipulada entre Rússia e Turquia, que separa as tropas governamentais e rebeldes na província de Idlib e seus arredores.

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