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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Chancelaria síria: militantes efetuaram ataque químico a Aleppo com ajuda do Ocidente

No sábado (24), a mídia síria informou que os militantes bombardearam bairros residenciais de Aleppo com gás de cloro. As forças do governo sírio responderam contra suas posições, causando perdas significativas.


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A SANA relatou que militantes baseados a norte de Aleppo dispararam projéteis com cloro contra o bairro de al-Khalidiye. Eles também bombardearam o bairro de al-Zahraa, assim como o Nilo Stree, fazendo com que ao menos 107 pessoas fossem hospitalizadas. As vítimas sofreram de sufocamento supostamente causado por gás de cloro.


Sírios evacuados da cidade de Aleppo durante o cessar-fogo chegam a um campo de refugiados em Rashidin, perto de Idlib, Síria.
Sírios evacuados da cidade de Aleppo © AP Photo

O Ministério das Relações Exteriores da Síria declarou, neste domingo (25), que o bombardeio químico de Aleppo foi possível em decorrência da ajuda que os países ocidentais prestaram aos militantes, nomeadamente o fornecimento de armas para que eles realizassem ataques químicos.

"Este ato terrorista vem como resultado das facilidades concedidas por alguns países para entregar produtos químicos a grupos terroristas armados, a fim de usá-los conta o povo sírio e pôr a culpa no governo da Síria, por meio de encenações previamente planejadas pelos serviços de inteligências dos países que apoiam o terrorismo", frisou o ministério, citado pela SANA.

Damasco exigiu que a ONU tome medidas em relação aos militantes que atacaram a cidade e aos países que os têm apoiado.

"O governo da República Árabe da Síria exige que o Conselho de Segurança condene imediata e fortemente estes crimes terroristas e assuma a sua responsabilidades pela preservação de paz e segurança internacionais, tomando medidas punitivas imediatas contra os países e regimes que apoiam o terrorismo", destacou o ministro.

O Ministério das Relações Exteriores da Rússia classificou o bombardeio de Aleppo como "uma tentativa de prejudicar o processo de normalização na Síria", acrescentando que o ataque deve ser "incondicionalmente condenado" por toda a comunidade internacional.

Químicos militares russos foram enviados para a área afetada depois do ataque. Um porta-voz do Ministério da Defesa da Rússia repetiu as acusações anteriores de Moscou de que os Capacetes Brancos estavam tentando encenar provocações usando agentes químicos na zona de desescalada em Idlib para acusar as forças do governo sírio de usar armas químicas contra a população local.

"É evidente que os Capacetes Brancos estão diretamente ligados a organizações terroristas que operam na Síria e, em particular, na zona de desescalada em Idlib", disse.

Em 9 de outubro, o Daesh (grupo terrorista proibido na Rússia e em vários outros países) atacou os militantes da Frente al-Nusra no assentamento sírio de Al-Lataminah, causando a morte de pelo menos dois membros dos Capacetes Brancos e apreendendo dois recipientes de cloro, que depois foram transportados para o sul da província de Aleppo e entregues aos terroristas do grupo Hurras al-Din, ligado ao Daesh.

Segundo o Centro Russo de Reconciliação na Síria, haverá mais ataques no futuro. Aleppo foi libertada por tropas do governo sírio dos grupos terroristas em 2016, mas os militantes continuam bombardeando a cidade a partir de posições nos subúrbios.

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