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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Chefe da FAO: crise no Iémen é “uma tragédia humana sem precedentes"

Diretor-geral diz que a comunidade internacional não está a conseguir acabar com a fome naquele país; país tem 14 milhões de pessoas em situação de insegurança alimentar; conflito tem agravado condições de vida da população.


ONU

O diretor-geral da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação, FAO, José Graziano da Silva, considera que a comunidade internacional não está a conseguir acabar com a fome provocada pela crise no Iémen.


Diretor-geral da FAO considera que a comunidade internacional não está a conseguir acabar com a fome provocada pela crise no Iémen | PMA /Jonathan Dumont

O representante afirmou que esta é “uma tragédia humana sem precedentes", durante um encontro de alto nível realizado esta terça-feira, em Nova Iorque.

Exemplo

Em entrevista à ONU News, o representante explicou que o conflito é uma das principais causas para a atual situação do país.

“Apesar de todo o nosso esforço, apesar da Agenda 2030, pelos três últimos anos vimos aumentar o número de pessoas sofrendo fome no mundo. Isso tem que ver basicamente com dois grandes motivos: o primeiro são os conflitos, os conflitos se intensificaram, se expandiram em regiões como o Iémen, que acho que é o exemplo que nos preocupa mais nesse momento. Mas além dos conflitos também o impacto das mudanças climáticas.”

Insegurança alimentar

De acordo com a FAO, 14 milhões de pessoas estão em risco de grave insegurança alimentar naquele país do Oriente Próximo, incluindo crianças.

O representante lembra que o Iémen é “a prova viva de uma equação apocalíptica: os conflitos e a segurança alimentar andam de mãos dadas e, quando há uma sobreposição de mudanças climáticas e conflitos, a fome aparece no horizonte."

Graziano apresentou o relatório da FAO, do Programa Mundial de Alimentos e do Fundo Internacional para o Desenvolvimento Agrícola que aponta as causas e as implicações do recente aumento da fome ao nível mundial.

Agravamento

A FAO indica que após anos de progresso, o número de pessoas que passam fome tem vindo a crescer nos últimos três anos, subindo para quase 821 milhões em 2017. O número de pessoas nessa situação está agora ao mesmo nível de há uma década.

Os conflitos, como no caso do Iémen, bem como as alterações climáticas e o abrandamento económico são as principais causas deste agravamento.

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