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Trump diz que 'certamente' entraria em guerra com o Irã, mas 'não agora'

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que consideraria uma ação militar contra o Irã para impedir que a República Islâmica consiga armas nucleares. A briga entre Teerã e Washington aumentou depois que os EUA acusaram o Irã de atacar dois petroleiros.
Sputnik

"Eu certamente vou considerar as armas nucleares", disse Trump à revista Time na terça-feira, quando perguntado sobre o que poderia levá-lo a declarar guerra ao Irã. "E eu manteria o outro um ponto de interrogação".

A reportagem não especificou se o presidente elaborou o cenário de lançar um conflito armado de pleno direito com a República Islâmica sobre seu programa nuclear. Quando um repórter perguntou a Trump se ele estava considerando uma ação militar contra o Irã agora, ele respondeu: "Eu não diria isso. Eu não posso dizer isso".

Seus comentários foram feitos um dia depois de o Pentágono ter enviado 1.000 soldados extras para o Oriente Médio "para fins defensivos".

Os Estados Unidos cu…

Chefe do Estado-Maior britânico diz que a Rússia é ameaça maior do que o Daesh

O chefe do Estado-Maior do Reino Unido, Mark Carleton-Smith, disse que a Rússia representa para Londres e seus aliados uma ameaça maior do que os grupos terroristas Daesh e Al-Qaeda, informou o jornal britânico The Telegraph.


Sputnik

"Sem dúvida, a Rússia representa hoje uma ameaça maior à nossa segurança nacional do que extremistas islâmicos, como a Al-Qaeda ou o Daesh", afirmou Carleton-Smith em entrevista ao jornal.


Lieutenant General Mark Carleton-Smith
Chefe do Estado-Maior do Reino Unido, Mark Carleton-Smith © Foto: Facebook / Ministry of Defence

Ele alegou que a ameaça do Daesh se tornou menos importante desde que seu "califado" foi destruído na Síria e no Iraque, e agora o Reino Unido e seus aliados precisam "se concentrar" na ameaça russa.

"A Rússia está tentando estudar e tirar proveito das vulnerabilidades do Ocidente. Não podemos menosprezar a ameaça que a Rússia representa", declarou.

Segundo Carleton-Smith, o "apoio ao potencial da OTAN e a unidade dos seus países membros" deve ser "a resposta militar tradicional" à Rússia.

O presidente russo Vladimir Putin disse em outubro passado que a Rússia não ameaça ninguém e cumpre rigorosamente todos os seus compromissos relacionados à segurança internacional e ao controle de armas.

No entanto, Putin alertou que Moscou fará todo o necessário para se defender "contra qualquer ameaça potencial".

O líder russo também questionou a própria existência da OTAN após o ano de 1991, quando a União Soviética e o Pacto de Varsóvia se desintegraram.

"Dá a impressão de que a OTAN precisa de um inimigo simplesmente para ter razão de ser, e é por isso que está sempre procurando um adversário ou lançando provocações ao inventar rivais", comentou Putin.

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