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Trump diz que 'certamente' entraria em guerra com o Irã, mas 'não agora'

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que consideraria uma ação militar contra o Irã para impedir que a República Islâmica consiga armas nucleares. A briga entre Teerã e Washington aumentou depois que os EUA acusaram o Irã de atacar dois petroleiros.
Sputnik

"Eu certamente vou considerar as armas nucleares", disse Trump à revista Time na terça-feira, quando perguntado sobre o que poderia levá-lo a declarar guerra ao Irã. "E eu manteria o outro um ponto de interrogação".

A reportagem não especificou se o presidente elaborou o cenário de lançar um conflito armado de pleno direito com a República Islâmica sobre seu programa nuclear. Quando um repórter perguntou a Trump se ele estava considerando uma ação militar contra o Irã agora, ele respondeu: "Eu não diria isso. Eu não posso dizer isso".

Seus comentários foram feitos um dia depois de o Pentágono ter enviado 1.000 soldados extras para o Oriente Médio "para fins defensivos".

Os Estados Unidos cu…

Coalizão liderada pela Arábia aceita retirar rebeldes feridos no Iêmen

A coalizão militar liderada pela Arábia Saudita aceitou a retirada de huthis feridos do Iêmen, um dos principais obstáculos às negociações realizadas em setembro em Genebra mediadas pela ONU, anunciou nesta terça-feira a chancelaria britânica.


France Presse

"As forças da coalizão permitirão que a ONU supervisione uma retirada médica dos huthis, incluindo até 50 combatentes feridos, para Omã antes de outra rodada de negociações de paz na Suécia, no final deste mês", afirmou o ministério em um comunicado após a visita do chanceler, Jeremy Hunt, à Arábia Saudita.


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Escombros de casas destruídas em ataques aéreos liderados pela Arábia Saudita no Iêmen | Reprodução

Combates violentos continuam a abalar a cidade portuária de Hodeida, no oeste do Iêmen, enquanto que as potências da ONU e do Ocidente acentuam a pressão sobre os lados beligerantes para que cessem as hostilidades.

A ofensiva contra Hodeida, apoiada militarmente pela Arábia Saudita e pelos Emirados Árabes Unidos, começou em junho, mas se intensificou no início de novembro.

De acordo com fontes militares e médicas, 461 rebeldes huthis - apoiados pelo Irã -, 125 combatentes leais e 8 civis morreram desde então.

O Iêmen sofre a pior crise humanitária do mundo hoje em dia, segundo a ONU, com 14 milhões de pessoas passando fome.

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