Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Conheça Sílvia Nobre Waiãpi, índia convocada por Bolsonaro (VIDEO)

Ela é tenente do Exército e tem uma história incrível de superação


Pleno News

A tenente do Exército Sílvia Nobre Waiãpi foi uma das nomeadas para integrar a equipe de transição do presidente eleito Jair Bolsonaro. Seu nome foi anunciado junto com o da tenente Liane de Moura e com a economista Clarissa Costalonga e Gandour.


Conheça Sílvia Nobre Waiãpi, índia convocada por Bolsonaro
Sílvia Nobre Waiãpi é tenente do Exército e tem uma história incrível de superação | Reprodução

Waiãpi é a primeira mulher indígena a integrar o grupo. Também é a primeira índia a entrar para as Forças Armadas do Brasil. Antes de ingressar no serviço militar precisou enfrentar a fome e a maternidade na adolescência.

Ela se tornou mãe de uma menina aos 13 anos, na aldeia em que morava no Parque Indígena do Tumucumaque, Amapá. O povoado tem apenas 950 habitantes, de acordo com o último Censo, e 1,3 mil segundo os índios.

Aos 14 anos, ela sofreu um acidente e foi perfurada no abdome por um pedaço de madeira. Assim, foi enviada para a cidade para ser operada. Como queria estudar, ela abandonou o local e se mudou sozinha para o Rio de Janeiro, fugida.


Conheça Sílvia Nobre Waiãpi, índia convocada por Bolsonaro
Sílvia Nobre Waiãpi | Reprodução

A oficial já relatou sua história a diversos veículos de comunicação desde 2011, quando se tornou tenente.

– Vim sozinha. Não conhecia ninguém, dormi nas ruas por alguns meses. Eu tinha uma pedra, que acreditava que era sagrada, e a vendi para comer. Com aquele dinheiro eu consegui comer umas duas semanas. Aí eu pensei: “se eu podia vender uma pedra, poderia vender qualquer coisa”. Depois comecei a vender livro de porta em porta – relatou ao portal UOL, em 2011.

Ela conseguiu uma casa para morar depois que a sobrinha de um vendedor ambulante lhe abrigou. Ela conseguiu um emprego no Círculo do Livro e conheceu poetas do Rio de Janeiro, que lhe ajudaram a estudar arte e ir para a escola.

Waiãpi revelou, em entrevista ao Programa Jô Soares em 2012, que uma das maiores dificuldades que teve que enfrentar foi o preconceito.

– Eu tinha uma roupinha muito velha, sem botão, mas que amava porque era minha melhor roupa. E, na escola, escolhiam sempre um aluno para hastear a bandeira. Meu sonho era hastear aquela bandeira, mas eles nunca me escolhiam. Era sempre uma criança branca, não índia. Me falavam que eu era a verdadeira brasileira, então não entendia porque eu não podia fazer aquilo – relatou, na ocasião.

Durante a abertura dos Jogos Mundiais Militares de 2011, ela hasteou a bandeira do Brasil. Atualmente, Waiãpi atua como chefe do Departamento de Medicina Física e Reabilitação em Fisioterapia do Hospital Central do Exército, no Rio de Janeiro.


Comentários

Postagens mais visitadas