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Trump diz que 'certamente' entraria em guerra com o Irã, mas 'não agora'

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que consideraria uma ação militar contra o Irã para impedir que a República Islâmica consiga armas nucleares. A briga entre Teerã e Washington aumentou depois que os EUA acusaram o Irã de atacar dois petroleiros.
Sputnik

"Eu certamente vou considerar as armas nucleares", disse Trump à revista Time na terça-feira, quando perguntado sobre o que poderia levá-lo a declarar guerra ao Irã. "E eu manteria o outro um ponto de interrogação".

A reportagem não especificou se o presidente elaborou o cenário de lançar um conflito armado de pleno direito com a República Islâmica sobre seu programa nuclear. Quando um repórter perguntou a Trump se ele estava considerando uma ação militar contra o Irã agora, ele respondeu: "Eu não diria isso. Eu não posso dizer isso".

Seus comentários foram feitos um dia depois de o Pentágono ter enviado 1.000 soldados extras para o Oriente Médio "para fins defensivos".

Os Estados Unidos cu…

Coreia do Norte detona 10 postos de observação na zona desmilitarizada

Pyongyang eliminou dez postos de observação na zona desmilitarizada entre os Estados coreanos, informou o Ministério da Defesa da Coreia do Sul.


Sputnik

Representantes militares da Coreia do Norte e do Sul no âmbito da cúpula intercoreana em Pyongyang, em 19 de setembro, anunciaram um acordo para liquidar, até o final de novembro, 11 postos de observação localizados na zona desmilitarizada de cada lado da fronteira.


Explosão na zona desmilitarizada (imagem referencial)
Reuters

Posteriormente, o Ministério da Defesa sul-coreano afirmou que "um acordo foi alcançado" para manter um posto de segurança em cada Coreia. Os 20 postos restantes (10 de cada lado da fronteira) devem ser eliminados de acordo com o contrato original até o fim do mês.

"O lado norte-coreano, como negociado hoje, em 20 de novembro […] liquidou dez postos de observação por meio de uma explosão", diz a declaração das autoridades sul-coreanas no Facebook.

O ministério sul-coreano notou que havia recebido um aviso prévio sobre os planos do lado norte-coreano e supervisionou o processo. O departamento também publicou fotos das explosões.

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