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EUA podem dobrar contingente militar na América do Sul, diz chefe da inteligência russa

Os EUA podem aumentar seu contingente militar na América Central e do Sul de 20 mil para 40 mil homens, disse o vice-almirante Igor Kostyukov, chefe do Departamento Central de Inteligência (GRU, sigla em russo), do Estado-Maior das Forças Armadas da Rússia.
Sputnik

"Embora na América Latina não haja ameaça militar direta para a segurança dos EUA, Washington tem uma presença militar significativa [na região]. O Comando Conjunto das Forças Armadas dos EUA implantou na América Central e do Sul um contingente de 20 mil militares. No período de ameaças este pode aumentar para 40 mil militares", explicou Kostyukov.


De acordo com ele, os EUA podem provocar uma "revolução colorida" na Nicarágua e Cuba.

"As tecnologias de 'revolução colorida' testadas na Venezuela podem vir a ser usadas em breve na Nicarágua e em Cuba", disse ele.

Segundo Kostyukov, os EUA estão tentando estabelecer o controle total sobre a América Latina.

"A Administração dos EUA considera…

Coreias levantam bandeiras amarelas em postos de guarda ao longo da fronteira fortificada

As Coreias do Norte e Sul levantaram bandeiras amarelas em 22 postos de guarda perto da fortemente fortificada fronteira entre os dois países. O passo é visto como o primeiro na tentativa de desmantelar a militarização entre os dois lados, informou a imprensa local neste domingo, citando funcionários do Ministério da Defesa sul-coreano.


Sputnik

As bandeiras foram hasteadas para mostrar que os postos de guarda devem ser desmontados seguindo um acordo alcançado na terceira cúpula intercoreana em setembro, segundo a agência de notícias Yonhap.


Soldados sul-coreanos montam guarda em um posto de controle na Ponte da Grande Unificação, que leva à aldeia de trégua Panmunjom, ao sul da zona desmilitarizada que separa as duas Coreias.
Militares da Coreia do Sul na fronteira com a Coreia do Norte © REUTERS / Kim Hong-Ji

"O objetivo é permitir que cada lado observe o progresso no trabalho de desmantelamento para que possa ser realizado de forma transparente", disse um funcionário do Ministério da Defesa, segundo a agência.

Em setembro, Seul e Pyongyang assinaram um pacto militar que pedia a remoção gradual de postos de guarda "a título experimental" da Zona Desmilitarizada (DMZ) que separa as duas Coreias.

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