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Irã ameaça romper limite de reservas de urânio; entenda o que país pode fazer se sair de acordo nuclear

Sem regulação, país pode adotar equipamentos mais modernos e rápidos e ampliar volume de enriquecimento de material que pode ser usado em armas nucleares. Acordo foi firmado em 2015 entre Irã e mais seis países, mas Trump retirou EUA em maio de 2018.
Associated Press

O Irã anunciou que irá exceder o limite de reservas de urânio determinado pelo acordo nuclear de 2015, ampliando as tensões no Oriente Médio.

O prazo de 27 de junho dado por Teerã vem antes de outra data limite, 7 de julho, para que a Europa apresente melhores termos para que o país permaneça no acordo. Se essa segunda data passar sem nenhuma ação, o presidente iraniano Hassan Rouhani diz que a república islâmica irá provavelmente retomar o alto enriquecimento de urânio.

Veja a seguir em que situação está o programa nuclear do Irã atualmente:

O acordo nuclear

O Irã fechou um acordo nuclear em 2015 com Estados Unidos, França, Alemanha, Reino Unido, Rússia e China. O acordo, formalmente conhecido como Plano de Ação Conjunto Abran…

Coreias levantam bandeiras amarelas em postos de guarda ao longo da fronteira fortificada

As Coreias do Norte e Sul levantaram bandeiras amarelas em 22 postos de guarda perto da fortemente fortificada fronteira entre os dois países. O passo é visto como o primeiro na tentativa de desmantelar a militarização entre os dois lados, informou a imprensa local neste domingo, citando funcionários do Ministério da Defesa sul-coreano.


Sputnik

As bandeiras foram hasteadas para mostrar que os postos de guarda devem ser desmontados seguindo um acordo alcançado na terceira cúpula intercoreana em setembro, segundo a agência de notícias Yonhap.


Soldados sul-coreanos montam guarda em um posto de controle na Ponte da Grande Unificação, que leva à aldeia de trégua Panmunjom, ao sul da zona desmilitarizada que separa as duas Coreias.
Militares da Coreia do Sul na fronteira com a Coreia do Norte © REUTERS / Kim Hong-Ji

"O objetivo é permitir que cada lado observe o progresso no trabalho de desmantelamento para que possa ser realizado de forma transparente", disse um funcionário do Ministério da Defesa, segundo a agência.

Em setembro, Seul e Pyongyang assinaram um pacto militar que pedia a remoção gradual de postos de guarda "a título experimental" da Zona Desmilitarizada (DMZ) que separa as duas Coreias.

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