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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Departamento de Estado: EUA vai impor novas sanções contra a Rússia pelo caso Skripal

Os Estados Unidos pretendem avançar com a imposição de sanções adicionais contra a Rússia pelo ataque contra o agente russo Sergei Skripal, conforme exigido por lei, disse à Sputnik a porta-voz do Departamento de Estado, Heather Nauert.


Sputnik

"Hoje, o Departamento informou ao Congresso que não podíamos certificar que a Federação Russa atendia às condições exigidas pela Lei de Eliminação de Guerra e Controle de Armas Químicas e Biológicas de 1991", disse Nauert. "Pretendemos proceder de acordo com os termos da Lei CBW, que orienta a implementação de sanções adicionais".


Militares limpando os pontos relacionados ao envenenamento de Skripal em Salisbury.
© Sputnik / Alex McNaughton

Nauert acrescentou que o Departamento de Estado está consultando o Congresso sobre as sanções, como também é exigido pela lei.

Os Estados Unidos acusaram a Rússia de envolvimento no ataque do agente nervoso de 4 de março a Skripal e sua filha Yulia, na cidade inglesa de Salisbury, uma reivindicação repetidamente negada por Moscou.

"A Lei de Armas Biológicas Químicas determina que o Departamento de Estado certifique ao Congresso se a Rússia cumpriu as condições exigidas pela lei três meses após a determinação inicial do caso Skripal. Essa determinação inicial foi feita em 6 de agosto e isso nos leva a 6 de novembro", disse o porta-voz adjunto do Departamento de Estado, Robert Palladino, em uma coletiva de imprensa na semana passada.

As condições impostas por Washington a Moscou incluem a Rússia cessar suas alegadas armas químicas e garantir que não as utilizará, além de permitir que inspetores internacionais verifiquem essas garantias, segundo o Departamento de Estado.

Palladino também disse que não há cronograma associado às consultas do Departamento de Estado com o Congresso sobre a nova onda de sanções contra a Rússia.

O enviado russo aos Estados Unidos, Anatoly Antonov, disse que Moscou tem recebido informações conflitantes sobre os tipos de novas sanções norte-americanas que podem ser aplicadas.

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