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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

'Escalação sistemática': Ucrânia fecha espaço aéreo sobre mar Negro

A Ucrânia fechará o espaço aéreo sobre o mar Negro para realizar testes de mísseis na região ucraniana de Kherson. Este é apenas um elemento de uma estratégia maior, declarou ao serviço russo da Rádio Sputnik o especialista Semyon Uralov.


Sputnik

O espaço aéreo sobre o mar Negro será fechado desde 1 até 4 de novembro por causa de testes de lançamento de mísseis, comunicou o representante da Força Aérea ucraniana, Dmitry Strutinsky.


Caça do exército ucraniano sobrevoando a autoproclamada República Popular de Lugansk, Donbass
Sukhoi Su-27 da Ucrânia © Sputnik / Yevgeny Biyatov

"Amanhã [1 de outubro] começam exercícios aéreos na região de Kherson para testar mísseis terra-ar", cita suas palavras a agência ucraniana Ukrainskie Novosti.

A Ucrânia já realizou testes parecidos anteriormente. Em 1 e 2 de dezembro de 2017, o país efetuou lançamentos de mísseis no espaço aéreo soberano da Rússia sobre o mar Negro perto da Crimeia. Kiev declarou o espaço aéreo sobre esses territórios "perigoso para voos". Posteriormente, a Ucrânia estabeleceu nova zona "perigosa" sobre as águas neutras e parcialmente as águas russas, a sudoeste e sudeste da Crimeia, sem explicação de razões.

A Rússia assinalou que Kiev não coordenou tais ações com as autoridades russas, exigindo a revogação imediata dos avisos emitidos pela parte ucraniana. Entretanto, a entidade russa declarou que os voos sobre a Crimeia não estão em perigo e que o espaço aéreo sobre a península não será fechado.

Em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik, o especialista Semyon Uralov comentou a decisão ucraniana de fechar o espaço aéreo.

"A questão jurídica nas relações entre a Ucrânia e a Rússia já não está na agenda, porque lá a questão jurídica é substituída pela questão de racionalidade e garantias externas. Mas os EUA e a Europa fecham os olhos às ações ucranianas, por isso falar de direito em princípio não faz sentido", disse Semyon Uralov.

Segundo o especialista, o fechamento do espaço aéreo é parte de uma "escalação sistemática". O novelo de contradições está se apertando. Basta lembrar as tentativas de Kiev de agravar a situação ao redor do mar de Azov. O especialista considera este passo como uma forma de "verificar a reação para depois escalar a situação" e de "pequeno elemento de uma estratégia maior".

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