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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Especialista militar: 'Marinha da Rússia sai para os oceanos'

A decisão da Rússia de efetuar manobras anuais no mar Mediterrâneo marca o fim da época de estagnação da Marinha Russa, indica o especialista militar Vladimir Bogatyrev.


Sputnik

Recentemente, o ministro da Defesa da Rússia, Sergei Shoigu, informou em videoconferência que as manobras navais Escudo Oceânico, realizadas no início de setembro pela Marinha russa, passariam a ser efetuadas anualmente.


Navios da Marinha russa ensaiando a parada por ocasião do Dia da Marinha da Rússia.
Navios da Marinha da Rússia em desfile naval © Sputnik / Aleksandr Galperin

Estes foram os primeiros exercícios conjuntos da Marinha e da Força Aeroespacial russas no mar Mediterrâneo. Das manobras participaram 26 navios de guerra, dois submarinos e uma frota de aeronaves.

O ministro russo da Defesa também informou que no Mediterrâneo será formado o grande grupo naval capaz de realizar uma ampla gama de missões.

Segundo comentou ao serviço russo da Rádio Sputnik o especialista militar e o major-general aposentado russo Vladimir Bogatyrev, este é um sinal de que a Marinha russa está ressurgindo e concentrando suas forças em teatros de guerra marítimos e oceânicos.

"As Forças Armadas, a Marinha da Rússia, estão saindo para os oceanos. O período de colapso e estagnação acabou. Atualmente, concentramos cada vez mais forças em teatros de guerra nos mares e oceanos. No mar Mediterrâneo encontra-se nosso esquadrão, que executa tarefas operacionais e presta apoio aos militares e equipamentos da Força Aeroespacial da Rússia que operam na Síria, transporta cargas, etc.", declarou o especialista.

Ao mesmo tempo, ele apontou que "essas manobras [Escudo Oceânico] não representam nada de especial do ponto de vista de resistência à OTAN na região".

"Mas, visto que os EUA, os países da OTAN decidiram manter permanentemente suas forças navais operacionais no mar Mediterrâneo, claro que nosso país, nossas Forças Armadas vão ficar ali de modo regular. Vão realizar treinamentos de todas as forças e meios, inclusive a frota de superfície, a frota submarina, a Força Aérea […]", enfatizou.

Para concluir, o especialista militar confirmou que "atualmente, as capacidades da Marinha da Rússia permitem fazê-lo".

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