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Como governo Trump esvaziou resolução da ONU contra estupro em guerras

A oposição do presidente americano, Donald Trump, à legalização do aborto levou ao esvaziamento de uma resolução das Nações Unidas contra o uso de violência sexual como arma de guerra.
BBC News Brasil

Os Estados Unidos retiraram todas as referências a "saúde sexual e reprodutiva" do texto, o que, na prática, reduz o peso da resolução. O documento havia sido submetido pela Alemanha ao Conselho de Segurança da ONU. Estados Unidos, China e Rússia ameaçaram vetá-lo, se fosse mantida a redação original.

O governo Trump se opôs às menções à "saúde sexual e reprodutiva" das mulheres, com o argumento de que esse termo indica apoio ao aborto. Uma versão da resolução que exclui essa frase foi aprovada por 13 votos a 0, com abstenções de Rússia e China.

O embaixador da França nas Nações Unidas, François Delattre, criticou a exclusão do trecho, dizendo que a decisão afeta a dignidade das mulheres.

"É intolerável e incompreensível que o Conselho de Segurança da ONU seja incapaz…

Especialista militar: 'Marinha da Rússia sai para os oceanos'

A decisão da Rússia de efetuar manobras anuais no mar Mediterrâneo marca o fim da época de estagnação da Marinha Russa, indica o especialista militar Vladimir Bogatyrev.


Sputnik

Recentemente, o ministro da Defesa da Rússia, Sergei Shoigu, informou em videoconferência que as manobras navais Escudo Oceânico, realizadas no início de setembro pela Marinha russa, passariam a ser efetuadas anualmente.


Navios da Marinha russa ensaiando a parada por ocasião do Dia da Marinha da Rússia.
Navios da Marinha da Rússia em desfile naval © Sputnik / Aleksandr Galperin

Estes foram os primeiros exercícios conjuntos da Marinha e da Força Aeroespacial russas no mar Mediterrâneo. Das manobras participaram 26 navios de guerra, dois submarinos e uma frota de aeronaves.

O ministro russo da Defesa também informou que no Mediterrâneo será formado o grande grupo naval capaz de realizar uma ampla gama de missões.

Segundo comentou ao serviço russo da Rádio Sputnik o especialista militar e o major-general aposentado russo Vladimir Bogatyrev, este é um sinal de que a Marinha russa está ressurgindo e concentrando suas forças em teatros de guerra marítimos e oceânicos.

"As Forças Armadas, a Marinha da Rússia, estão saindo para os oceanos. O período de colapso e estagnação acabou. Atualmente, concentramos cada vez mais forças em teatros de guerra nos mares e oceanos. No mar Mediterrâneo encontra-se nosso esquadrão, que executa tarefas operacionais e presta apoio aos militares e equipamentos da Força Aeroespacial da Rússia que operam na Síria, transporta cargas, etc.", declarou o especialista.

Ao mesmo tempo, ele apontou que "essas manobras [Escudo Oceânico] não representam nada de especial do ponto de vista de resistência à OTAN na região".

"Mas, visto que os EUA, os países da OTAN decidiram manter permanentemente suas forças navais operacionais no mar Mediterrâneo, claro que nosso país, nossas Forças Armadas vão ficar ali de modo regular. Vão realizar treinamentos de todas as forças e meios, inclusive a frota de superfície, a frota submarina, a Força Aérea […]", enfatizou.

Para concluir, o especialista militar confirmou que "atualmente, as capacidades da Marinha da Rússia permitem fazê-lo".

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