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Prestes a 'ganhar' território do tamanho da Arábia Saudita, Brasil carece de recursos para defesa

A ONU deve ratificar no próximo mês, o pleito brasileiro em estender sua faixa de águas jurisdicionais em pelo menos 2,1 milhões de km², uma área equivalente à extensão da Arábia Saudita. Para especialista ouvido pela Sputnik Brasil, movimento precisa vir acompanhado de modernização da Marinha.
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Como a Sputnik Brasil mostrou em maio, a demanda já dura há pelo menos 30 anos e tem relação com medições técnicas sobre o ponto onde termina o Brasil continental e até onde é lícito explorar as águas do entorno. O mar territorial brasileiro têm atualmente cerca de 12 milhas náuticas (22 quilômetros) na faixa de água e uma zona econômica exclusiva de 200 milhas náuticas (370 quilômetros). Na parte de solo e sub-solo, área na qual o Brasil pleiteia a extensão, há um limite de mais 200 milhas regulamentadas.

Responsável pela proteção da área oceânica, a Marinha brasileira vem desenvolvendo pesquisas na região desde 2004. Os militares já identificaram potencial possibilidade de exploração de …

EUA atingem Irã com novas sanções: saiba tudo sobre o mais recente pacote de restrições

Os Estados Unidos incluíram mais de 700 indivíduos e entidades, incluindo bancos, empresas aéreas e embarcações, na lista de sanções contra o Irã. A informação foi divulgada pelo Departamento do Tesouro em comunicado nesta segunda-feira.


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"Hoje, em sua maior ação de um dia contra o regime iraniano, o Departamento de Controle de Ativos Estrangeiros do Departamento do Tesouro dos EUA sancionou mais de 700 indivíduos, entidades, aeronaves e embarcações", disse o comunicado.


As bandeiras nacionais dos EUA e do Irã
© AP Photo / Carlos Barria

Foi acrescentado que as sanções vão impor "uma pressão financeira sem precedentes sobre o regime iraniano", que permitirá "chegar a um acordo abrangente que impedirá permanentemente o Irã de adquirir armas nucleares e deter o desenvolvimento de mísseis balísticos".

Já o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, em uma entrevista coletiva, informou que os projetos civis de energia nuclear receberam isenções sob as novas sanções ao Irã, incluindo a usina de Bushehr.

Em entrevista coletiva nesta segunda-feira, Pompeo foi questionado perguntado sobre as três isenções emitidas para projetos de energia nuclear civil e se Bushehr era uma delas.

"Há três, Bushehr é uma das três, mas vamos publicar um relatório ficha completa na próxima hora, que todos você poderão ver", disse ele.

Pompeo disse ainda que mais de 20 países já reduziram suas importações de petróleo do Irã, reduzindo as compras em mais de 1 milhão de barris por dia.

O secretário de Estado ressaltou que a continuação dos negócios com o Irã, contornando as sanções, acabará por ser uma decisão "muito mais dolorosa" do que a retirada do mercado iraniano.

“Mais de 20 países reduziram as importações de petróleo bruto a zero [do Irã]. O regime perdeu mais de 2,5 bilhões de dólares em receitas de petróleo desde maio”, acrescentou.

Pompeo destacou, no entanto, os Estados Unidos isentaram oito nações importadoras de petróleo de suas novas sanções contra o setor de energia do Irã, incluindo China, Turquia, Itália e Grécia, entre outros.

"Decidimos emitir exceções temporárias para circunstâncias específicas para um punhado de países responsáveis por circunstâncias específicas e para garantir um mercado de petróleo bem suprido. Os EUA concederão essas isenções à China, Índia, Itália, Grécia, Japão, Coreia do Sul, Taiwan e Turquia", disse Pompeo.

O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou em maio que Washington estava se retirando do acordo sobre o programa nuclear com o Irã. Ele também informou sobre a restauração de todas as sanções contra o Irã, incluindo as secundárias, isto é, contra outros países que fazem negócios com o Irã.

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