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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
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Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

EUA 'desempoeiram' armas antigas para alcançar os modernos mísseis russos

A Marinha dos EUA está desenvolvendo uma arma hipersônica capaz de ser lançada de qualquer plataforma, inclusive subaquática, segundo o vice-almirante norte-americano Johnny Wolfe.


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O desenvolvimento da arma está a cargo do Programa de Sistemas Estratégicos (SSP, na sigla em inglês) da Marinha dos EUA, que normalmente é encarregado de desenvolver armas nucleares.


Lançamento subaquático de um míssil balístico Trident a partir de um submarino
Lançamento subaquático do míssil balístico norte-americano Trident © East News / Everett Collection

Anteriormente, Wolfe declarou que o objetivo dos EUA é estarem prontos para atingir qualquer alvo no mundo, a qualquer momento, no tempo de uma hora. Para isso, eles precisam de uma arma hipersônica com um propulsor que possa ser lançada de qualquer plataforma.

Possíveis variantes da arma incluem os tipos de mísseis lançados a partir de navios de superfície e submarinos. Por isso, a equipe de desenvolvimento usa um requisito rigoroso: o lançamento subaquático a partir de um submarino.

Segundo o almirante, o futuro míssil não será usado apenas pela Marinha, mas também por todos os outros ramos das Forças Armadas.

Wolfe também anunciou que o SSP recebeu uma ordem para desenvolver armas nucleares táticas com a finalidade de alcançar os sistemas avançados de mísseis da Rússia.

"As armas nucleares 'de baixa potência' serão um contraponto direto ao que a Rússia acredita ter obtido até hoje e que nós não temos […] Teremos essa capacidade em resposta direta à Rússia", disse Wolfe.

De acordo com o almirante, o SSP simplesmente reutilizará seu antigo programa de ogivas nucleares W76 da década de 1970. A razão pela qual Washington decidiu retirar o pó de uma invenção tão antiga é que os EUA estão proibidos de testar novas armas nucleares, e a maioria dos componentes do W76 já foi testada antes da proibição internacional.

No entanto, o problema que o exército dos EUA está tendo não é a ogiva, é o míssil transportador. Os antigos mísseis Trident D5 já não são produzidos e, como os EUA continuam testando periodicamente os D5 para verificar se ainda são confiáveis, eles mais cedo ou mais tarde ficarão sem mísseis, reconheceu Wolfe.

Para resolver esta situação, o SSP terá que desenvolver um novo míssil, apelidado de Trident D5 LE2, que terá de ser encaixado nos antigos parâmetros de tamanho. Como resultado, os motores terão que permanecer iguais aos antigos. O pouco que os engenheiros conseguiriam mudar seria principalmente a parte eletrônica.

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