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EUA: sanções contra Venezuela servem como 'alerta para atores externos, incluindo Rússia'

Na última terça-feira (17), o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, culpou a Rússia e a Venezuela pela crise de refugiados observada no país latino-americano.
Sputnik

O conselheiro de Segurança Nacional dos EUA, John Bolton, anunciou nesta quarta-feira (17) que os EUA estão impondo uma nova rodada de sanções contra a Venezuela, acrescentando o banco central do país à lista de restrições. 

Segundo o conselheiro de Segurança Nacional, as sanções recém-aplicadas deveriam se tornar um alerta para "todos os atores externos, inclusive a Rússia".

Desde o início da crise política na Venezuela no início deste ano, os EUA impuseram várias rodadas de sanções, visando os setores petrolífero e bancário do país, bem como indivíduos ligados às autoridades do país.

A Venezuela está sofrendo grave crise política desde janeiro. Junto com outros países ocidentais, os EUA apoiam Juan Guaidó, que se proclamou presidente interino da Venezuela. Ao mesmo tempo, Rússia, China e Turquia, entre outros…

EUA explicam planos de sancionar Irã: 'Espremê-los até que não sobre nada'

Devido às tentativas do Irã de contornar as sanções contra comércio e setor bancário, os EUA intensificarão as restrições contra Teerã, informou a Reuters.


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Na terça-feira (13) em Singapura, o conselheiro de Segurança Nacional dos EUA, John Bolton, disse que "o objetivo tem sido desde o princípio reduzir a zero as exportações de petróleo do Irã".


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John Bolton | Photo by Ethan Miller/Getty Images

"É nossa intenção espremê-los [iranianos] com muita força. Como dizem os britânicos: 'Espremê-los até que não sobre nada'", ressaltou.

O Departamento do Tesouro dos EUA reintroduziu restrições econômicas contra o país árabe no dia 5 de novembro, além de incluir mais de 700 pessoas e empresas iranianas em uma "lista negra".

Com a justificativa de "estabilidade e integridade do sistema financeiro global", o sistema intercambiário internacional SWIFT suspendeu seus serviços para vários bancos iranianos.

Já a subsecretária do Tesouro, Sigal Mandelker, declarou na segunda-feira (12) que Washington aplicará rigorosamente o regime de sanções contra Teerã e que o Banco Central do Irã foi desligado do sistema SWIFT.

A principal meta da "pressão econômica sem precedentes" norte-americana contra o país árabe é estabelecer "um acordo global que impeça permanentemente o Irã de adquirir uma arma nuclear e consiga a cessação do desenvolvimento dos mísseis balísticos do Irã".


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