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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Ex-deputado ucraniano aconselha Kiev a realizar guerra-relâmpago até Moscou

Kiev deve realizar uma blitzkrieg, ou seja, uma guerra-relâmpago, cujo alvo final é conquistar Moscou, declarou ao canal ZIK o ex-deputado ucraniano Taras Chernovol.


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O ex-parlamentar expressou a sua ideia original comentando as eleições nas repúblicas autoproclamadas de Donbass e a possível resposta de Kiev.


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Taras Chernovol | Reprodução

"Nós não podemos ocupar esses territórios [Donbass] por uma razão, porque é necessário acabar a blitzkrieg não em Donetsk, mas na Praça Vermelha em Moscou", anunciou Taras Chernovol ao canal ZIK.

Em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik, o deputado da Crimeia Stepan Kiskin sublinhou que a opinião de Chernovol é apoiada por outros políticos ucranianos. Assim, Yulia Timoshenko, a líder do partido Batkivschina (Pátria), apelou a bombardear Donbass com armas nucleares.

"Não há pessoas normais nas autoridades [da Ucrânia], eles todos enlouqueceram, a julgar por estas afirmações. A ideologia de Bandera devora a Ucrânia, como se fosse um câncer", comentou Kiskin, acrescentando que isso levará ao desmembramento do país ou uma revolta.

"É um verdadeiro fascismo que não pode viver sem provocações, sem guerra, violência", concluiu o político.

Anteriormente o deputado ucraniano Igor Mosiichuk disse que a Rússia poderá enfrentar a ocupação pela Ucrânia. Segundo a sua opinião, no Dia da Unidade em 4 de novembro a Rússia celebra a libertação não das forças de ocupação polonesas, mas dos "cossacos ucranianos".

As eleições dos dirigentes e deputados nas autoproclamadas repúblicas de Donetsk e de Lugansk decorreram em 11 de novembro. Kiev anunciou que não as reconhecia.

De acordo com o porta-voz do presidente russo, Dmitry Peskov, as eleições em Donbass não contradizem os Acordos de Minsk.

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