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Trump diz que 'certamente' entraria em guerra com o Irã, mas 'não agora'

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que consideraria uma ação militar contra o Irã para impedir que a República Islâmica consiga armas nucleares. A briga entre Teerã e Washington aumentou depois que os EUA acusaram o Irã de atacar dois petroleiros.
Sputnik

"Eu certamente vou considerar as armas nucleares", disse Trump à revista Time na terça-feira, quando perguntado sobre o que poderia levá-lo a declarar guerra ao Irã. "E eu manteria o outro um ponto de interrogação".

A reportagem não especificou se o presidente elaborou o cenário de lançar um conflito armado de pleno direito com a República Islâmica sobre seu programa nuclear. Quando um repórter perguntou a Trump se ele estava considerando uma ação militar contra o Irã agora, ele respondeu: "Eu não diria isso. Eu não posso dizer isso".

Seus comentários foram feitos um dia depois de o Pentágono ter enviado 1.000 soldados extras para o Oriente Médio "para fins defensivos".

Os Estados Unidos cu…

Exército: Síria tem direito de combater EUA no seu território de todos os modos possíveis

A Síria tem direito de combater a presença militar dos EUA e outros países da coalizão internacional no seu território de todos os modos possíveis, disse o general de brigada Hasan Ahmad Hasan.


Sputnik

Comentando a criação de uma nova base militar francesa perto da cidade síria de Raqqa, Hasan lembrou que a França faz parte da coalizão internacional de luta contra o Daesh (organização terrorista proibida na Rússia), encabeçada pelos EUA.


Exército sírio finalmente liberta a província de Daraa
Militares sírios © Sputnik / Mikhail Alaeddin

"A França faz parte de uma coalizão que declarou sua intenção de dividir o país e toda a região. Esta é a lógica principal das suas ações", disse ele em uma entrevista à Sputnik.

O general de brigada lembrou também que um Estado só tem o direito de estar presente militarmente em outro Estado a pedido deste ou se tiver o mandato do Conselho de Segurança das Nações Unidas.

"Portanto, a única presença [estrangeira] é a presença militar russa, das forças iranianas e das forças da resistência nacional do Líbano [o movimento Hezbollah], que chegaram ao país e ficam no território sírio a pedido da Síria. Quaisquer outras formas de presença militar, tais como a turca, estadunidense, britânica, francesa, alemã ou dos países do golfo Pérsico, quaisquer outras formas de presença militar e o envio de forças armadas são ilegais", explicou Hasan.

"Dado que o Estado não controla algumas regiões geográficas do país, o Estado e os que o apoiam têm o direito de combater essa presença ilegal, essa ocupação de todos os modos possíveis", afirmou ele.

O general sublinhou que o objetivo da coalizão é manter o status quo o maior tempo possível, frente à sua incapacidade de atingir seu objetivo principal – a divisão da Síria.

Além disso, Hasan sublinhou que, em vez de combater o Daesh, os EUA e seus aliados da coalizão apoiam os terroristas.

"É precisamente essa coalizão que chefia o Daesh e controla suas atividades, é ela que distribui tarefas entre vários grupos […] O único fato provado a todo o mundo é que os EUA e seus aliados não combatem o terrorismo, eles só fingem combater", declarou ele.

Como prova disso, o general lembrou as informações de que aviões e helicópteros dos EUA evacuaram os líderes do Daesh das zonas de combate.

"Quando o Exército sírio avançava em qualquer região, a aviação dos EUA realizava uma agressão direita contra ele. Para além da aviação estadunidense, havia a israelense ou a aviação de outros países, o que prova que a coalizão combate contra tudo exceto o terrorismo", revelou ele.

Hasan sublinha que as autoridades sírias têm a intenção de recuperar todos os territórios que estão sob ocupação turca, norte-americana e de outras forças.

"Os que pensam que a Síria deixará qualquer pedaço de terra sob o controle das forças turcas, norte-americanas ou quaisquer outras, devem pensar mais uma vez", disse ele.

Hasan comentou também que o fornecimento dos sistemas de defesa aérea S-300 pela Rússia, como parte da resposta de Moscou aos ataques aéreos israelenses na Síria que levaram à derrubada acidental de um avião russo, minimizou a possibilidade de os novos ataques de Israel contra a Síria serem bem sucedidos.

A Síria está em estado de guerra civil desde 2011. As forças do governo enfrentam grupos de oposição e organizações terroristas. A Rússia, ao lado da Turquia e do Irã, é um dos países garantes do regime de cessar-fogo na Síria.

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