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Defesa do Brasil tem maior gasto com pessoal na década, e investimento militar cai

Despesas com ativos e inativos crescem R$ 7,1 bi em 2019, reflexo de aumento salarial
Por Igor Gielow e Gustavo Patu | Folha de S.Paulo

A previsão de gasto militar para o primeiro ano de governo do capitão reformado do Exército Jair Bolsonaro (PSL) traz o maior aumento de despesa com pessoal em dez anos e uma redução expressiva do investimento em programas de reequipamento das Forças Armadas.
Não fosse uma criatividade contábil dos militares, que conseguiram recursos com a capitalização de uma estatal para comprar novos navios, a despesa de investimento seria a menor desde 2009.

A Folha analisou a série histórica com a ferramenta de acompanhamento orçamentário Siga Brasil, do Senado. Para este ano, o Ministério da Defesa, ainda na gestão Michel Temer (MDB), planejou gastar R$ 104,2 bilhões, o quarto maior volume da Esplanada.

Desse montante, R$ 81,1 bilhões irão para pessoal, R$ 13,3 bilhões, para gastos correntes (custeio) e R$ 9,8 bilhões, para investimentos. Os valores não incluem o con…

Investigação: F-22 deslizou de barriga na pista porque piloto decolou com dados incorretos

Uma investigação da Força Aérea dos EUA (USAF) revelou que o piloto de um caça F-22 decolou com dados incorretos e recolheu prematuramente o trem de pouso da aeronave durante um voo de treinamento em abril na NAS Fallon, Nevada, fazendo com que o F-22 deslizasse de barriga na pista até parar.


Poder Aéreo

Em 13 de abril, um piloto do F-22 do 90º Esquadrão de Caça na Base Conjunta de Elmendorf-Richardson, no Alasca, decolou de Fallon para um exercício de graduação da TOPGUN. O piloto fez corrida de decolagem da aeronave – levantando o nariz – a 120 nós e, quando a aeronave indicou que as rodas estavam saindo do chão, o piloto retraiu o trem de pouso. Imediatamente após o trem de pouso se retrair, a aeronave “pousou” na pista com as portas totalmente fechadas.


Reprodução

O F-22 deslizou cerca de 1.987 metros até parar, com seu gancho se soltando no chão. Uma vez que o F-22 parou, o piloto saiu do cockpit e não houve danos a outras propriedades. A Força Aérea não divulgou uma estimativa de custo para os danos.

O Conselho de Investigação de Acidentes descobriu que o piloto tinha dados incorretos de decolagem e aterrissagem para as condições em Fallon – a carta de linha do piloto indicava 136 nós para rotação e 163 para decolagem completa, enquanto as condições do dia exigiam 143 nós para rotação e 164 nós para a decolagem.

A investigação também descobriu que o piloto recolheu prematuramente o trem de pouso e que o briefing do voo daquele dia era inadequado.

Além disso, a comunidade F-22 tem “excesso de confiança organizacional” no equipamento, o treinamento formal não é adequado e há uma aceitação organizacional de uma técnica incorreta de decolagem do F-22, descobriu o conselho.

O incidente foi um dos dois envolvendo Raptors de Elmendorf em cerca de uma semana. Em 6 de abril, um F-22 sofreu uma falha de motor e foi forçado a pousar em Tyndall AFB, Flórida.

FONTE: Air Force Magazine

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