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Marinha do Brasil prevê inaugurar estação na Antártica em 2020, oito anos após incêndio

Obra é executada por uma empresa chinesa e, segundo a Marinha, se aproxima do final. Incêndio em 2012 destruiu estação, e dois militares morreram.
Por Guilherme Mazui | G1 — Brasília

Passados sete anos desde o incêndio que destruiu a Estação Antártica Comandante Ferraz, a Marinha prevê inaugurar a nova estação em março de 2020.

Executada pela empresa chinesa Ceiec, a obra se aproxima do final, segundo a Marinha, que prevê concluir as obras civis e a instalação de máquinas e mobiliário até 31 de março, iniciando um período de testes do complexo científico até março de 2020. Após os testes, a estação poderá receber militares e pesquisadores.

"A previsão de inauguração é março de 2020, quando os pesquisadores e o Grupo-Base [de militares] deverão ocupar em definitivo as instalações da nova Estação Antártica Comandante Ferraz", informou a Marinha ao G1.

Com investimento de US$ 99,6 milhões, o complexo receberá profissionais que atuam no Programa Antártico Brasileiro (Proantar), criad…

Irã adota posição anterior ao pacto nuclear

Irã adotou a posição anterior ao acordo nuclear selado em 2015 entre Teerã e seis potências mundiais, em vista da inação da União Europeia contra as pressões econômicas dos Estados Unidos.


Prensa Latina

Teerã - Dessa forma expressou-se o secretário do Conselho de Segurança Nacional Supremo do Irã, contra-almirante Ali Shamkhani, durante uma entrevista com o secretário de Relações Exteriores do Reino Unido, Jeremy Hunt, citada hoje pelo portal digital do organismo da nação dos persas.

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Contra-almirante Ali Shamkhani | Reprodução

Shamkhani criticou a falta de ação dos países europeus contra a política anti-iraniana do governo de Donald Trump após a saída ilegal do pacto nuclear violando as resoluções da ONU.

O oficial de alta patente recordou que as conversas para alcançar o convênio foram realizadas sob auspício europeu e que desrespeitá-lo implica uma violação da credibilidade e status político dos Estados Unidos com a União Europeia.

Segundo o funcionário iraniano, o apoio a Washington dos signatários europeus do pacto, os levariam ao descrédito aos olhos da região e do mundo.

'Dada à falta de ação contra o comportamento inapropriado dos Estados Unidos, a República Islâmica tomou as decisões para adotar um enfoque similar à era anterior ao acordo nuclear', advertiu Shamkhani.

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