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Defesa do Brasil tem maior gasto com pessoal na década, e investimento militar cai

Despesas com ativos e inativos crescem R$ 7,1 bi em 2019, reflexo de aumento salarial
Por Igor Gielow e Gustavo Patu | Folha de S.Paulo

A previsão de gasto militar para o primeiro ano de governo do capitão reformado do Exército Jair Bolsonaro (PSL) traz o maior aumento de despesa com pessoal em dez anos e uma redução expressiva do investimento em programas de reequipamento das Forças Armadas.
Não fosse uma criatividade contábil dos militares, que conseguiram recursos com a capitalização de uma estatal para comprar novos navios, a despesa de investimento seria a menor desde 2009.

A Folha analisou a série histórica com a ferramenta de acompanhamento orçamentário Siga Brasil, do Senado. Para este ano, o Ministério da Defesa, ainda na gestão Michel Temer (MDB), planejou gastar R$ 104,2 bilhões, o quarto maior volume da Esplanada.

Desse montante, R$ 81,1 bilhões irão para pessoal, R$ 13,3 bilhões, para gastos correntes (custeio) e R$ 9,8 bilhões, para investimentos. Os valores não incluem o con…

Irã adota posição anterior ao pacto nuclear

Irã adotou a posição anterior ao acordo nuclear selado em 2015 entre Teerã e seis potências mundiais, em vista da inação da União Europeia contra as pressões econômicas dos Estados Unidos.


Prensa Latina

Teerã - Dessa forma expressou-se o secretário do Conselho de Segurança Nacional Supremo do Irã, contra-almirante Ali Shamkhani, durante uma entrevista com o secretário de Relações Exteriores do Reino Unido, Jeremy Hunt, citada hoje pelo portal digital do organismo da nação dos persas.

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Contra-almirante Ali Shamkhani | Reprodução

Shamkhani criticou a falta de ação dos países europeus contra a política anti-iraniana do governo de Donald Trump após a saída ilegal do pacto nuclear violando as resoluções da ONU.

O oficial de alta patente recordou que as conversas para alcançar o convênio foram realizadas sob auspício europeu e que desrespeitá-lo implica uma violação da credibilidade e status político dos Estados Unidos com a União Europeia.

Segundo o funcionário iraniano, o apoio a Washington dos signatários europeus do pacto, os levariam ao descrédito aos olhos da região e do mundo.

'Dada à falta de ação contra o comportamento inapropriado dos Estados Unidos, a República Islâmica tomou as decisões para adotar um enfoque similar à era anterior ao acordo nuclear', advertiu Shamkhani.

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