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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Israel diz estar pronto para atacar sistemas S-300 sírios se estes atingirem seus aviões

Um ministro israelense afirmou que Israel poderá atacar os sistemas S-300 que a Rússia entregou à Síria se estes atingirem seus aviões.


Sputnik

O ministro para Jerusalém e Proteção do Ambiente de Israel, Zeev Elkin, qualificou o fornecimento dos sistemas antiaéreos de "grande erro" e avisou que Tel Aviv está pronto para atacá-los se estes forem usados contra caças de Israel.


Sistemas de mísseis antiaéreos S-300
S-300 Favorit © Sputnik / Igor Zarembo

"Consideramos o próprio fato de entrega de S-300 à Síria um grande erro. Os militares sírios nem sempre são capazes de usar corretamente o material bélico que lhes chega às mãos. Em caso de uma utilização inapropriada, poderão ser atingidos aviões comerciais", afirmou.

Ele sublinhou que os sistemas possuem um grande alcance, cobrindo todo o território de Israel, e que os sírios poderão tentar abater um caça israelense sobre o território de Israel ou até um avião de passageiros.

"Geralmente, Israel reage a ataques a seu território e a suas aeronaves não por meio de diligências internacionais, mas com ações práticas. Se houver um ataque, essas ações, sem dúvida, terão lugar contra os sistemas utilizados para atacar o território ou aviões israelenses", advertiu Elkin.

Em 17 de setembro deste ano, um míssil S-200 do sistema de defesa antiaérea sírio abateu um avião russo Il-20 que estava regressando para a base de Hmeymim. Ao mesmo tempo, quatro caças israelenses F-16 atacaram instalações sírias em Latakia.

Segundo o Ministério da Defesa russo, os pilotos israelenses usaram o avião russo como cobertura, deixando-o sujeito a fogo do sistema antiaéreo sírio. Do incidente resultou a morte de 15 militares russos.

Em resposta ao incidente, pelo qual Moscou responsabilizou Tel Aviv, a Rússia decidiu entregar à Síria sistemas de defesa aérea S-300. Os sistemas fornecidos possuem um alcance de até 250 quilômetros e também são capazes de destruir tanto aeronaves de guerra eletrônica como aviões com sistema AWACS (Sistema Aéreo de Alerta e Controle).

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