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Irã ameaça romper limite de reservas de urânio; entenda o que país pode fazer se sair de acordo nuclear

Sem regulação, país pode adotar equipamentos mais modernos e rápidos e ampliar volume de enriquecimento de material que pode ser usado em armas nucleares. Acordo foi firmado em 2015 entre Irã e mais seis países, mas Trump retirou EUA em maio de 2018.
Associated Press

O Irã anunciou que irá exceder o limite de reservas de urânio determinado pelo acordo nuclear de 2015, ampliando as tensões no Oriente Médio.

O prazo de 27 de junho dado por Teerã vem antes de outra data limite, 7 de julho, para que a Europa apresente melhores termos para que o país permaneça no acordo. Se essa segunda data passar sem nenhuma ação, o presidente iraniano Hassan Rouhani diz que a república islâmica irá provavelmente retomar o alto enriquecimento de urânio.

Veja a seguir em que situação está o programa nuclear do Irã atualmente:

O acordo nuclear

O Irã fechou um acordo nuclear em 2015 com Estados Unidos, França, Alemanha, Reino Unido, Rússia e China. O acordo, formalmente conhecido como Plano de Ação Conjunto Abran…

Juiz argentino pede informações sobre casos ligados ao príncipe herdeiro saudita

Organização pediu à Justiça argentina para investigar envolvimento de Mohammed bin Salman em possíveis crimes contra a humanidade no Iêmen e no assassinato do jornalista Jamal Khashoggi. Saudita está em Buenos Aires para a reunião do G20.


Por G1

O juiz federal argentino que está analisando uma queixa da organização Human Rights Watch contra o príncipe saudita Mohammed bin Salman pediu ao Ministério das Relações Exteriores argentino que busque informações do Iêmen, da Turquia e do Tribunal Penal Internacional, disse à agência Reuters nesta quarta-feira ( 28 ) o gabinete do juiz.

Príncipe saudita Mohammed bin Salman chega nesta quarta-feira (28) no Aeroporto Internacional de Ezeiza, em Buenos Aires — Foto: Argentine G20/Handout via Reuters
Príncipe saudita Mohammed bin Salman chega nesta quarta-feira (28) no Aeroporto Internacional de Ezeiza, em Buenos Aires — Foto: Argentine G20/Handout via Reuters

O escritório do juiz federal Ariel Lijo disse que está buscando informações sobre casos em aberto relacionados ao assassinato do jornalista saudita Jamal Khashoggi ou crimes de guerra no Iêmen.

A Human Rights Watch pediu na segunda-feira à Argentina que use uma cláusula de crimes de guerra em sua constituição para investigar qualquer envolvimento do príncipe herdeiro em possíveis crimes contra a humanidade no Iêmen e no assassinato de Khashoggi.

O príncipe chegou a Buenos Aires na quarta-feira para a cúpula do G20, que começa na sexta-feira.

Caso Khashoggi e guerra no Iêmen

O assassinato de Khashoggi, colunista do jornal "Washington Post" e crítico do príncipe herdeiro, no consulado saudita em Istambul seis semanas atrás provocou tensão nos laços de Riad com o Ocidente e abalou a imagem do príncipe no exterior. Fontes ligadas à investigação do caso afirmaram que o príncipe mandou matar o jornalista.

Nações ocidentais também estão pedindo o fim da campanha militar liderada pelos sauditas no vizinho Iêmen, que foi iniciada pelo príncipé, à medida que a crise humanitária do país está se agravando.


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