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EUA podem dobrar contingente militar na América do Sul, diz chefe da inteligência russa

Os EUA podem aumentar seu contingente militar na América Central e do Sul de 20 mil para 40 mil homens, disse o vice-almirante Igor Kostyukov, chefe do Departamento Central de Inteligência (GRU, sigla em russo), do Estado-Maior das Forças Armadas da Rússia.
Sputnik

"Embora na América Latina não haja ameaça militar direta para a segurança dos EUA, Washington tem uma presença militar significativa [na região]. O Comando Conjunto das Forças Armadas dos EUA implantou na América Central e do Sul um contingente de 20 mil militares. No período de ameaças este pode aumentar para 40 mil militares", explicou Kostyukov.


De acordo com ele, os EUA podem provocar uma "revolução colorida" na Nicarágua e Cuba.

"As tecnologias de 'revolução colorida' testadas na Venezuela podem vir a ser usadas em breve na Nicarágua e em Cuba", disse ele.

Segundo Kostyukov, os EUA estão tentando estabelecer o controle total sobre a América Latina.

"A Administração dos EUA considera…

Juiz argentino pede informações sobre casos ligados ao príncipe herdeiro saudita

Organização pediu à Justiça argentina para investigar envolvimento de Mohammed bin Salman em possíveis crimes contra a humanidade no Iêmen e no assassinato do jornalista Jamal Khashoggi. Saudita está em Buenos Aires para a reunião do G20.


Por G1

O juiz federal argentino que está analisando uma queixa da organização Human Rights Watch contra o príncipe saudita Mohammed bin Salman pediu ao Ministério das Relações Exteriores argentino que busque informações do Iêmen, da Turquia e do Tribunal Penal Internacional, disse à agência Reuters nesta quarta-feira ( 28 ) o gabinete do juiz.

Príncipe saudita Mohammed bin Salman chega nesta quarta-feira (28) no Aeroporto Internacional de Ezeiza, em Buenos Aires — Foto: Argentine G20/Handout via Reuters
Príncipe saudita Mohammed bin Salman chega nesta quarta-feira (28) no Aeroporto Internacional de Ezeiza, em Buenos Aires — Foto: Argentine G20/Handout via Reuters

O escritório do juiz federal Ariel Lijo disse que está buscando informações sobre casos em aberto relacionados ao assassinato do jornalista saudita Jamal Khashoggi ou crimes de guerra no Iêmen.

A Human Rights Watch pediu na segunda-feira à Argentina que use uma cláusula de crimes de guerra em sua constituição para investigar qualquer envolvimento do príncipe herdeiro em possíveis crimes contra a humanidade no Iêmen e no assassinato de Khashoggi.

O príncipe chegou a Buenos Aires na quarta-feira para a cúpula do G20, que começa na sexta-feira.

Caso Khashoggi e guerra no Iêmen

O assassinato de Khashoggi, colunista do jornal "Washington Post" e crítico do príncipe herdeiro, no consulado saudita em Istambul seis semanas atrás provocou tensão nos laços de Riad com o Ocidente e abalou a imagem do príncipe no exterior. Fontes ligadas à investigação do caso afirmaram que o príncipe mandou matar o jornalista.

Nações ocidentais também estão pedindo o fim da campanha militar liderada pelos sauditas no vizinho Iêmen, que foi iniciada pelo príncipé, à medida que a crise humanitária do país está se agravando.


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