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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Lavrov: ataques israelenses à Síria só agravarão as tensões na região

Ataques israelenses à Síria não irão resolver os problemas de Tel Aviv. Contribuirão apenas para aumentar as tensões na região, conforme afirmou nesta segunda-feira o ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov.


Sputnik

"Operações militares não podem resolver as preocupações de segurança israelenses, mas apenas ajudar a aumentar as tensões regionais", disse o chanceler russo ao periódico espanhol El País.


Ministro das Relações Exteriores da Federação da Rússia, Sergei Lavrov, durante cúpula da Organização do Acordo de Segurança Coletiva em Minsk, em 30 de novembro de 2017 (arquivo)
Sergei Lavrov | Sputnik

De acordo com o diplomata, Israel nem sempre cumpre suas obrigações internacionais, e isso fica evidente quando o país ignora os avisos de militares russos contra suas operações no território sírio.

"Em alguns casos, isso colocou em risco a vida e a saúde de nossos soldados na Síria. Por exemplo, quando aviões israelenses bombardearam alvos perto de Palmira em março de 2017", destacou o chefe da diplomacia da Federação da Rússia.

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