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Trump diz que 'certamente' entraria em guerra com o Irã, mas 'não agora'

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que consideraria uma ação militar contra o Irã para impedir que a República Islâmica consiga armas nucleares. A briga entre Teerã e Washington aumentou depois que os EUA acusaram o Irã de atacar dois petroleiros.
Sputnik

"Eu certamente vou considerar as armas nucleares", disse Trump à revista Time na terça-feira, quando perguntado sobre o que poderia levá-lo a declarar guerra ao Irã. "E eu manteria o outro um ponto de interrogação".

A reportagem não especificou se o presidente elaborou o cenário de lançar um conflito armado de pleno direito com a República Islâmica sobre seu programa nuclear. Quando um repórter perguntou a Trump se ele estava considerando uma ação militar contra o Irã agora, ele respondeu: "Eu não diria isso. Eu não posso dizer isso".

Seus comentários foram feitos um dia depois de o Pentágono ter enviado 1.000 soldados extras para o Oriente Médio "para fins defensivos".

Os Estados Unidos cu…

Lavrov: ataques israelenses à Síria só agravarão as tensões na região

Ataques israelenses à Síria não irão resolver os problemas de Tel Aviv. Contribuirão apenas para aumentar as tensões na região, conforme afirmou nesta segunda-feira o ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov.


Sputnik

"Operações militares não podem resolver as preocupações de segurança israelenses, mas apenas ajudar a aumentar as tensões regionais", disse o chanceler russo ao periódico espanhol El País.


Ministro das Relações Exteriores da Federação da Rússia, Sergei Lavrov, durante cúpula da Organização do Acordo de Segurança Coletiva em Minsk, em 30 de novembro de 2017 (arquivo)
Sergei Lavrov | Sputnik

De acordo com o diplomata, Israel nem sempre cumpre suas obrigações internacionais, e isso fica evidente quando o país ignora os avisos de militares russos contra suas operações no território sírio.

"Em alguns casos, isso colocou em risco a vida e a saúde de nossos soldados na Síria. Por exemplo, quando aviões israelenses bombardearam alvos perto de Palmira em março de 2017", destacou o chefe da diplomacia da Federação da Rússia.

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