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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Merkel vê avanço na situação da Síria e Putin pede apoio a refugiados que retornam ao país

A chanceler alemã, Angela Merkel, disse enxergar desenvolvimentos positivos na Síria e observou a importância de se prevenir uma catástrofe humanitária no país. A declaração veio antes do encontro com o presidente russo, Vladimir Putin.


Sputnik

"Um tópico importante, é claro, será a Síria. É claro que devemos, antes de mais nada, evitar a catástrofe humanitária em torno e neste país. Estamos vendo uma diminuição nas hostilidades, mas isso não significa que temos uma situação pacífica", afirmou Merkel.


O presidente russo, Vladimir Putin, e a chanceler alemã, Angela Merkel, se reúnem na residência presidencial em Sochi, em 1 de janeiro de 2007
Vladimir Putin e Angela Merkel © Sputnik / Dmitry Astakhov

Ao mesmo tempo, Putin pediu apoio às regiões sírias que devem começar a experimentar o retorno de refugiados, inclusive dos países europeus que sofrem com a onda migratória desde o agravamento da guerra civil no país.

"Vamos discutir a situação no Oriente Médio, principalmente em relação à Síria. É importante desenvolver o componente humanitário do conflito sírio, ou seja, a prestação de assistência humanitária para o povo sírio e auxílio a essas áreas para onde os refugiados que estão exterior podem retornar", disse Putin a repórteres.

O líder russo observou que, embora a maioria dos refugiados que retornam à Síria sejam oriundos da Jordânia, da Turquia e do Líbano, a situação coloca uma pressão potencial sobre a Europa.

"Ajudar na restauração das coisas mais básicas: abastecimento de água e saneamento, revitalização da dos serviços de saúde. Acho que todos estão interessados ​​nisso, inclusive na Europa", destacou Putin.

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